{"id":9192,"date":"2020-03-19T15:46:16","date_gmt":"2020-03-19T18:46:16","guid":{"rendered":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/?p=9192"},"modified":"2020-06-25T11:10:27","modified_gmt":"2020-06-25T14:10:27","slug":"a-arara-azul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/a-arara-azul\/","title":{"rendered":"Arara Azul"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>ARARA AZUL<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Aqui voc\u00ea encontrar informa\u00e7\u00f5es gerais sobre as araras-azuis, especialmente sobre a arara-azul, objeto de estudo do Projeto Arara Azul e o maior representante da fam\u00edlia Psittacidae.<br \/>\nVoc\u00ea tamb\u00e9m vai encontrar informa\u00e7\u00f5es sobre os psitac\u00eddeos, esp\u00e9cies amea\u00e7adas, lista de psitac\u00eddeos amea\u00e7ados no Brasil, araras do g\u00eanero Ara e outras esp\u00e9cies de araras, menores e conhecidas como maracan\u00e3s que aqui ocorrem, bem como refer\u00eancias sobre esses assuntos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>PSITAC\u00cdDEOS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>\u00c9 nessa fam\u00edlia que encontramos as araras, papagaios, periquitos, jandaias, maracan\u00e3s, tuims, agapornis, etc. No mundo, as esp\u00e9cies encontram-se distribu\u00eddas pela \u00e1rea tropical do globo terrestre (neotropical, afrotropical, oriental e australiano) e irradiam-se para as \u00e1reas subtropicais e frias. O Brasil \u00e9 o pa\u00eds mais rico do mundo nesta fam\u00edlia, possuindo desde exemplares menores como o tuim com 12 cm at\u00e9 o maior representante, como a arara-azul, com 1 m de comprimento. Na \u00e9poca do descobrimento de nossas terras, essa abund\u00e2ncia j\u00e1 era reportada, sendo o nosso pa\u00eds designado como \u201cTerra dos papagaios\u201d (Bras\u00edlia sive terra papagallorum).<\/p>\n<p>As principais caracter\u00edsticas dessas esp\u00e9cies s\u00e3o possuir uma cabe\u00e7a larga e robusta onde se ap\u00f3ia um bico forte, alto e curvo especializado em quebrar e descascar sementes. Para ajudar na manipula\u00e7\u00e3o dessas sementes, eles ainda possuem uma musculatura na mand\u00edbula e na l\u00edngua muito desenvolvidas. Possuem p\u00e9s curtos, mas muito articul\u00e1veis, que al\u00e9m de sustentarem o corpo dos animais, auxiliam na manipula\u00e7\u00e3o dos alimentos que consomem. Tanto os machos como as f\u00eameas possuem lindas plumagens com cores exuberantes, conferindo-lhes uma beleza inigual\u00e1vel. Usualmente os sexos s\u00e3o bem parecidos.<\/p>\n<p>Esta fam\u00edlia \u00e9 constitu\u00edda de 78 g\u00eaneros (divis\u00e3o dentro da fam\u00edlia), onde s\u00e3o distribu\u00eddas 332 esp\u00e9cies de psitac\u00eddeos. Estudos realizados em 1994 mostram que 86 dessas esp\u00e9cies est\u00e3o criticamente muito pr\u00f3ximas da extin\u00e7\u00e3o e outras 36 amea\u00e7adas de extinguirem se medidas n\u00e3o forem tomadas. S\u00f3 no Brasil vivem cerca de 84 esp\u00e9cies distribu\u00eddas em 24 g\u00eaneros, segundo o Comit\u00ea Brasileiro de Registros Ornitol\u00f3gicos (CBRO).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>ESP\u00c9CIES AMEA\u00c7ADAS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Devido \u00e0 limita\u00e7\u00e3o dos recursos naturais renov\u00e1veis, ao aumento da popula\u00e7\u00e3o humana, a necessidade de produzir cada vez mais alimento, a perda, a descaracteriza\u00e7\u00e3o ou fragmenta\u00e7\u00e3o de habitat, a polui\u00e7\u00e3o e as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas globais, muitos animais no mundo inteiro est\u00e3o a caminho da extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Segundo Uni\u00e3o Mundial para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza (IUCN), a extin\u00e7\u00e3o \u00e9 uma amea\u00e7a para 12.259 esp\u00e9cies de animais e plantas, de todo o planeta, e j\u00e1 se transformou em realidade em 762 casos. Outras 58 esp\u00e9cies, j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais encontradas em ambiente silvestres, sendo reproduzidas ou conservadas apenas em cativeiro. O Brasil \u00e9 o quarto pa\u00eds no ranking de animais que est\u00e3o em perigo de extin\u00e7\u00e3o, pois tem 282 animais em risco de extin\u00e7\u00e3o, contra 859 dos Estados Unidos, 527 da Austr\u00e1lia e 411 da Indon\u00e9sia.<\/p>\n<p>Araras e papagaios s\u00e3o exemplares dos mais impressionantes da avifauna tropical. Exatamente por serem belos, com plumagens coloridas, se adaptarem facilmente ao cativeiro, possu\u00edrem capacidade de imitar a fala e interagir bem com a popula\u00e7\u00e3o humana, os Psitac\u00eddeos s\u00e3o um grupo dos mais amea\u00e7ados do mundo. O interesse humano pelas araras \u00e9 t\u00e3o antigo que h\u00e1 muitos s\u00e9culos elas j\u00e1 eram capturadas para servirem como animais de estima\u00e7\u00e3o e utiliza\u00e7\u00e3o de suas penas como ornamento. Por isso, o Projeto Arara Azul tem utilizado a arara-azul como esp\u00e9cie bandeira para a conserva\u00e7\u00e3o.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<strong>LISTA DAS ESP\u00c9CIES DE PSITAC\u00cdDEOS AMEA\u00c7ADOS DO BRASIL<\/strong><br \/>\nNo Brasil, 16 esp\u00e9cies de Psittacideos est\u00e3o vulner\u00e1veis ou amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o, sendo que duas esp\u00e9cies est\u00e3o em condi\u00e7\u00e3o pior: a arara-azul-pequena desaparecida nos \u00faltimos 50 anos e considerada extinta e a ararinha-azul, extinta na natureza, cujo \u00faltimo exemplar desapareceu em outubro de 2000, restando hoje em torno de 60 indiv\u00edduos em cativeiro espalhados pelo mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>AS ARARAS BRASILEIRAS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>As araras s\u00e3o encontradas desde o Sul da Am\u00e9rica do Norte (M\u00e9xico) at\u00e9 Am\u00e9rica do Sul. S\u00e3o 16 esp\u00e9cies de araras, distribu\u00eddas entre seis g\u00eaneros. Aqui, novamente o Brasil \u00e9 campe\u00e3o, por ter representantes de todos os g\u00eaneros e o maior n\u00famero de esp\u00e9cies, num total de 13 esp\u00e9cies de araras. As \u201cararas-azuis\u201d atuais s\u00e3o quase exclusividade brasileira, pois duas esp\u00e9cies A. leari e Cyanopsitta spixii s\u00e3o end\u00eamicas (s\u00f3 s\u00e3o encontradas) no Brasil. A arara-azul A. hyacinthinus tem a maior popula\u00e7\u00e3o no Brasil, sendo que foi praticamente extinta no Paraguai e Bol\u00edvia, mas j\u00e1 sendo encontrada neste \u00faltimo.<\/p>\n<p>Do g\u00eanero Ara, o Brasil possui quatro representantes que s\u00e3o as duas araras-vermelhas, (A. chloropterus e A. macao), a arara-canind\u00e9 (A. arara\u00fana) e a maracan\u00e3-gua\u00e7u (A. severus). S\u00e3o encontradas mais quatro esp\u00e9cies consideradas grandes araras e que pertencem a esse g\u00eanero: Ara amb\u00edgua (Buffon`s Macaw) que ocorre na Am\u00e9rica Central em Honduras, Nicaragua, Costa Rica e Panam\u00e1 com uma sub-esp\u00e9cie guayaquilensis que ocorre na Col\u00f4mbia e Equador; Ara militaris (Military Macaw) que ocorre desde o M\u00e9xico at\u00e9 norte da Bol\u00edvia, com tr\u00eas sub-esp\u00e9cies: militaris, boliviana, mexicana; Ara glaucogularis (Blue-throated Macaw) e Ara rubrogenys (Red-fronted-Macaw) que s\u00f3 ocorrem na Bol\u00edvia.<br \/>\nCompletam a lista das araras brasileiras, citadas abaixo, mais cinco esp\u00e9cies, pertencentes a tr\u00eas g\u00eaneros, que s\u00e3o consideradas as araras pequenas.<\/p>\n<p><strong>As araras brasileiras est\u00e3o distribu\u00eddas em 6 g\u00eaneros diferentes, s\u00e3o eles:<\/strong><br \/>\n<strong>Anodorhynchus:<\/strong>\u00a0com 3 esp\u00e9cies: <em>A. hyacinthinus, A. leari e A. glaucus.<\/em><br \/>\n<strong>Cyanopsitta:<\/strong>\u00a01 esp\u00e9cie <em>C. spixii.<\/em><br \/>\n<strong>Ara:<\/strong>\u00a0com 4 esp\u00e9cies: <em>A. ararauna, A. chloropterus, A. macao e A. severus.<\/em><br \/>\n<strong>Orthopsittaca:<\/strong>\u00a0com 1 esp\u00e9cie: <em>O. manilata.<\/em><br \/>\n<strong>Primolius:<\/strong>\u00a0com 3 esp\u00e9cies: <em>P. maracan\u00e3, P. auricollis e P. couloni.<\/em><br \/>\n<strong>Diopsittaca:<\/strong>\u00a0com 1 esp\u00e9cie: <em>D. nobilis.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>AS ARARAS-AZUIS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Aqui ser\u00e3o apresentadas as tr\u00eas esp\u00e9cies do g\u00eanero <em>Anodorhynchus<\/em>: <em>hyacinthinus, leari e glaucus<\/em>, que s\u00e3o consideradas como as verdadeiras araras-azuis, por terem a cor predominantemente azul. Vale lembrar que este g\u00eanero possui esp\u00e9cie extinta (<em>A.glaucus<\/em>) e as outras duas est\u00e3o na lista mundial de esp\u00e9cies amea\u00e7adas, classificadas como \u201ccriticamente em perigo\u201d a arara-azul-de-lear (A. leari, com cerca de 600 indiv\u00edduos na natureza) e \u201cem perigo\u201d a arara-azul, que possui a maior popula\u00e7\u00e3o do g\u00eanero na natureza, pois vem se recuperando no Pantanal, mas ainda sofre com a captura para o tr\u00e1fico principalmente em outras regi\u00f5es do Brasil e pela descaracteriza\u00e7\u00e3o do habitat).<\/p>\n<p>Ser\u00e1 inclu\u00edda tamb\u00e9m a esp\u00e9cie <em>Cyanopsitta spixii<\/em>, por ser popularmente conhecida no Brasil como ararinha-azul. Embora esta esp\u00e9cie esteja, atualmente, extinta na natureza, ela vem sendo reproduzida em cativeiro para futura reintrodu\u00e7\u00e3o. A ararinha-azul e a arara-azul-de-lear s\u00e3o genuinamente brasileiras, pois sua distribui\u00e7\u00e3o \u00e9 restrita ao Brasil, no estado da Bahia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA-AZUIS<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>CARACTER\u00cdSTICAS<\/strong><br \/>\n<strong>NOME POPULAR:<\/strong>\u00a0Conhecida como arara-azul, arara-azul-grande, arara-preta, arara\u00fana e arara hiacinta. Em ingl\u00eas: Hyacinth Macaw ou Hyacithine Macaw. Alem\u00e3o: Hyacinthara. Franc\u00eas: Ara Bleu, Ara Hyacinthe, Ara Jacinthe. Espanhol: Guacamayo Azul, Guacamayo jacinto, Paraba Azul. Sueco: Hyacintara, St\u00f6rre Hyacintara.<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong>\u00a0<em>Anodorhynchus hyacinthinus<\/em>. Descrita por Latham em 1790. A etimologia da palavra anodorhynchus refere-se ao bico sem dentes, de maxila sem entalhe e o nome hyacinthinus \u00e9 dado pela cor, predominantemente azul.<br \/>\n<strong>CLASSIFICA\u00c7\u00c3O:<\/strong>\u00a0a arara-azul pertence ao Reino Animalia, Filo Chordata, Classe das Aves, Ordem Psittaciformes, a fam\u00edlia Psittacidae e g\u00eanero <em>Anodorhynchus<\/em>.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong>\u00a0Arara-azul \u00e9 uma esp\u00e9cie amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o no Brasil (MMA, 2003), Listada no Ap\u00eandice 1 do CITES (Conven\u00e7\u00e3o sobre Com\u00e9rcio Internacional das Esp\u00e9cies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extin\u00e7\u00e3o) e vulner\u00e1vel de acordo com a IUCN (Uni\u00e3o Mundial para a Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza).<br \/>\n<strong>CARACTER\u00cdSTICAS:<\/strong>\u00a0as araras-azuis s\u00e3o aves sociais que vivem em fam\u00edlia, bandos ou grupos. \u00c9 dif\u00edcil encontr\u00e1-las sozinha em vida livre. Elas s\u00e3o aves consp\u00edcuas e que apresentam certa fidelidade aos locais de alimenta\u00e7\u00e3o e reprodu\u00e7\u00e3o. Jovens e casais n\u00e3o reprodutivos se re\u00fanem em dormit\u00f3rios, que al\u00e9m de prote\u00e7\u00e3o, parecem funcionar como verdadeiros &#8220;centros de troca de informa\u00e7\u00f5es&#8221;. Est\u00e3o entre as aves mais inteligentes do grupo das aves.<br \/>\n<strong>TAMANHO:<\/strong>\u00a0Comprimento: at\u00e9 1 m (da ponta do bico a ponta da cauda). Sendo a maior esp\u00e9cie no mundo da fam\u00edlia Psittacidae. Peso: Adulto at\u00e9 1,3 kg por\u00e9m filhotes podem atingir at\u00e9 1,7 kg no per\u00edodo de pico de peso.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong>\u00a0Possui plumagem na cor azul cobalto, degrad\u00ea da cabe\u00e7a para a cauda, sendo preta a parte inferior da penas das asas e cauda. Possui amarelo intenso ao redor dos olhos (anel perioft\u00e1lmico), p\u00e1lpebras e na pele nua em torno da base da mand\u00edbula. O bico \u00e9 grande, maci\u00e7o, curvo e preto, formando quase um c\u00edrculo com a cabe\u00e7a. A l\u00edngua espessa e preta chama aten\u00e7\u00e3o pela faixa amarela nas laterais.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong>\u00a0Antigamente comum em grande parte do Brasil, hoje \u00e9 encontrada no Pantanal, abrangendo pantanal Boliviano, Paraguaio e Brasileiro, nos estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, bem como no norte do Brasil, nos estados do Amazonas e Par\u00e1 e na regi\u00e3o de \u201cGerais\u201d que incluem territ\u00f3rios do Maranh\u00e3o, Bahia, Piau\u00ed, Tocantins e Goi\u00e1s. Infelizmente n\u00e3o existem informa\u00e7\u00f5es suficientes para afirmar se as araras-azuis est\u00e3o formando uma popula\u00e7\u00e3o \u00fanica, interligadas e cruzando entre si ou se as mesmas est\u00e3o desconectadas, geograficamente separadas, formando tr\u00eas popula\u00e7\u00f5es: Pantanal, Amaz\u00f4nia e \u201cGerais\u201d. Em estudos recentes desenvolvidos pelo Departamento de Gen\u00e9tica e Biologia Evolutiva do Instituto de Bioci\u00eancias da USP em parceria com o Projeto Arara Azul e outros foram encontrados marcadores diferentes que sugerem uma varia\u00e7\u00e3o na composi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica da popula\u00e7\u00e3o. Agora esses estudos est\u00e3o sendo ampliados para confirmar ou n\u00e3o esta informa\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong>\u00a0Na regi\u00e3o do Pantanal, s\u00e3o encontradas em \u00e1reas abertas, nas matas que possuem palmeiras, enquanto seus ninhos est\u00e3o localizados na borda ou interior de cordilheiras e cap\u00f5es, bem como em \u00e1reas abertas para o pasto. Na regi\u00e3o do Par\u00e1, utiliza as florestas \u00famidas, preferindo locais de v\u00e1rzeas ricas em palmeiras. Nas regi\u00f5es mais secas (TO, PI, MA e BA), \u00e9 comum encontr\u00e1-las em \u00e1reas sazonalmente secas, preferindo os plat\u00f4s e vales dos pared\u00f5es rochosos, nesta regi\u00e3o faz ninhos em ocos de palmeiras (TO), \u00e1rvores emergentes (PA) ou em falhas de pared\u00f5es rochosos (PI).<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong>\u00a0Araras-azuis s\u00e3o um dos psitac\u00eddeos mais especializados na alimenta\u00e7\u00e3o constitu\u00edda basicamente de sementes de palmeiras, que elas consegue quebrar facilmente com a pot\u00eancia do seu bico. Na regi\u00e3o pantaneira, alimenta-se de acuri (<em>Scheelea phalerata<\/em>) e bocai\u00fava (<em>Acrocomia aculeata<\/em>). Na regi\u00e3o paraense alimenta-se de inaj\u00e1 (<em>Maximiliana regia<\/em>), baba\u00e7u (<em>Orbiguya martiana<\/em>) e tucum\u00e3 (<em>Astrocaryum<\/em> sp). Nas regi\u00f5es secas, alimenta-se de licuri ou catol\u00e9 (<em>Syagrus coronata<\/em>), pia\u00e7ava (<em>Attalea funifera<\/em>), buriti (<em>Mauritia vinifera<\/em>) e <em>Orbiguya eicherii<\/em>. O local mais frequente de alimenta\u00e7\u00e3o tem sido o ch\u00e3o, seja no campo ou nas proximidades das sedes de fazendas. Nestes casos, elas est\u00e3o se alimentando da castanha-do-acuri, cujo mesocarpo (polpa) j\u00e1 foi retirado por outros animais, principalmente o gado e outros animais silvestres. No per\u00edodo de frutifica\u00e7\u00e3o das bocai\u00favas, elas s\u00e3o vistas se alimentando diretamente nos cachos.<\/p>\n<p>A alimenta\u00e7\u00e3o geralmente \u00e9 feita em grupos, como forma de aumentar a prote\u00e7\u00e3o. Sempre h\u00e1 um indiv\u00edduo de sentinela que, a qualquer barulho ou movimento estranho, d\u00e1 um grito e todas as araras saem voando. Os hor\u00e1rios de forrageamento s\u00e3o mais frequentes no in\u00edcio da manh\u00e3, entre 06:00 e 10:00 horas, e no final da tarde, entre 14:30 e 17:00 horas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>REPRODU\u00c7\u00c3O E CONSERVA\u00c7\u00c3O<\/strong><br \/>\n<strong>COMPORTAMENTO:<\/strong> na natureza, as araras-azuis podem ser observadas voando ou com mais facilidade andando pelo ch\u00e3o, penduradas nos cachos de frutos das palmeiras ou pousadas em galhos secos das \u00e1rvores ou ainda nos mour\u00f5es de cercas e mangueiros.<\/p>\n<p>S\u00e3o encontradas em bandos de 10 a 30 araras, especialmente nas \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o e nos locais denominados dormit\u00f3rios (locais para descansar e dormir), como tamb\u00e9m em pares reprodutivos. Quando esses bandos s\u00e3o observados podemos verificar a alta socializa\u00e7\u00e3o (intera\u00e7\u00e3o) entre os indiv\u00edduos. \u00c9 muito comum observarmos as araras vocalizando (parece que conversam umas com as outras), executam preening (um indiv\u00edduo co\u00e7ando ou fazendo limpeza de penas no outro), brincam umas com as outras e com os galhos, flores, folhas das \u00e1rvores que est\u00e3o pousadas. J\u00e1 na \u00e9poca reprodutiva \u00e9 poss\u00edvel observar os casais alimentando-se e voando juntos, geralmente s\u00e3o fi\u00e9is ao parceiro e dividem a tarefa de cuidar dos ovos e filhotes.<\/p>\n<p><strong>S\u00cdTIOS DE NIDIFICA\u00c7\u00c3O:<\/strong> As araras-azuis n\u00e3o parecem selecionar ninhos com caracter\u00edsticas padronizadas, como forma e tamanho das cavidades, orienta\u00e7\u00e3o das aberturas, etc, mas mostram prefer\u00eancia por \u00e1rvores que se destacam da vegeta\u00e7\u00e3o, localizadas nas bordas de cordilheiras ou cap\u00f5es e com cavidades mais acess\u00edveis.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o do Pantanal, 90% dos ninhos s\u00e3o encontrados nas \u00e1rvores de manduvi. Essas \u00e1rvores de tronco grosso e cerne (interior) macio, facilita a forma\u00e7\u00e3o do ninho. As araras-azuis s\u00e3o escavadores secund\u00e1rios. Elas aproveitam pequenas cavidades abertas por pica-paus, cupins ou fungos, como tamb\u00e9m locais onde houve a quebra de um galho para aumentar a cavidade e depois forrando com serragem, constroem o seu ninho. Por esta caracter\u00edstica elas podem ser chamadas de engenheiras ambientais. Ao fazerem os seus ninhos, as araras acabam fazendo ninhos para outras esp\u00e9cies como tucanos, gavi\u00f5es, corujas, pato-do-mato e outros. No entorno do Pantanal, na regi\u00e3o de Aquidauana e Rio Negro e no Piau\u00ed, na Chapada das Mangabeiras foram encontrados ninhos de araras-azuis nas falhas de pared\u00f5es rochosos. No Pantanal tem aceitado e se reproduzido nos ninhos artificiais, confeccionados em caixa de madeira, pelo Projeto Arara Azul.<\/p>\n<p>A maioria dos ninhos podem ser reutilizados de ano para ano. Elas sempre forram a base do ninho com serragem que beliscam da pr\u00f3pria \u00e1rvore. Isto faz com que a base dos ninhos, fique cada vez mais funda. O Projeto j\u00e1 encontrou ninho cuja base estava distante a quatro metros da abertura. Nesse caso, o filhote n\u00e3o conseguiu sair, ficando preso dentro do ninho durante um ano, sendo alimentado pelos pais at\u00e9 que o ninho foi manejado, com a abertura de uma janela mais pr\u00f3xima da base do ninho. O filhote foi retirado e como estava com as penas da cauda e das asas danificadas, n\u00e3o podendo voar, foi levado para o CRAS \u2013 Centro de Reabilita\u00e7\u00e3o em Campo Grande at\u00e9 que se recuperasse.<\/p>\n<p><strong>REPRODU\u00c7\u00c3O:<\/strong> ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o do casal, passam a maior parte do tempo juntos dividindo todas as tarefas. Em julho come\u00e7am a inspecionar e reformar as cavidades, para o per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o que est\u00e1 come\u00e7ando. O pico de reprodu\u00e7\u00e3o pode variar, mas em geral acontece de setembro a outubro, sendo que a cria\u00e7\u00e3o dos filhotes pode se estender at\u00e9 janeiro ou fevereiro do ano seguinte. Nesta \u00e9poca \u00e9 comum ver a disputa por ninhos entre as araras-azuis e tamb\u00e9m com outras esp\u00e9cies. Cerca de outras 17 esp\u00e9cies ocupam ninhos artificiais desenvolvidos pelo Projeto Arara Azul. A taxa de reprodu\u00e7\u00e3o \u00e9 baixa e alguns casais s\u00f3 se reproduzem a cada dois anos.<\/p>\n<p>A f\u00eamea costuma botar de 1 a 3 ovos em dias diferentes, a m\u00e9dia encontrada \u00e9 de 2 ovos. \u00c9 ela que fica no ninho, chocando os ovos, sendo nesse per\u00edodo alimentada pelo macho. O per\u00edodo de incuba\u00e7\u00e3o do ovo \u00e9 de 28 a 30 dias. Estudos mostram que a taxa de eclos\u00e3o do ovo (nascimento do filhote) \u00e9 de 90%. Os ovos podem ser predados por caracar\u00e1s, quatis, tucanos, gralhas e gamb\u00e1s, e a taxa de preda\u00e7\u00e3o varia de 20 a 40%.<\/p>\n<p>Os filhotes nascem em m\u00e9dia com 31,6 gramas e 82,7 mm. Nessa fase, os pais saem para buscar alimento para que os filhotes cres\u00e7am e ganhe peso rapidamente. At\u00e9 45 dias de vida, os filhotes est\u00e3o sujeitos a preda\u00e7\u00e3o por formigas, tucanos e gavi\u00f5es. Entretanto, o maior \u00edndice de mortalidade, ocorre at\u00e9 o quinto dia de vida do segundo filhote. Quando a diferen\u00e7a de idade entre o primeiro e o segundo filhote \u00e9 maior que cinco dias, geralmente, o segundo filhote n\u00e3o sobrevive.<\/p>\n<p>Aproximadamente com 107 dias de vida (3 meses), os filhotes voam. N\u00e3o voltam mais para dentro dos ninhos mas podem ficar nas proximidades ou voar para longe acompanhado os pais. Nessa fase ainda s\u00e3o alimentados pelos pais, mas tamb\u00e9m \u00e9 quando come\u00e7a o aprendizado dos filhotes. Aprendem onde e o que comer, onde podem dormir, a se defender de predadores. A partir dos 9-10 meses de vida, os filhotes j\u00e1 est\u00e3o aptos a se alimentarem sozinhos, mas alguns ainda acompanham os pais por 12 ou 18 meses, quando ent\u00e3o eles entram para os bandos de jovens e deixam os pais livres para se reproduzirem novamente. Somente com 7-9 anos de vida \u00e9 que esses filhotes iniciar\u00e3o a sua vida reprodutiva, formando casais e criando a sua fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Para exemplificar a baixa taxa reprodutiva das araras-azuis, dos 106 ninhos naturais monitorados em 1997, 70% (N=74) foram ativos 50 casais botaram ovos, dos quais 09 foram predados. O restante produziu 57 filhotes dos quais 44 voaram com sucesso.<\/p>\n<p><strong>TAMANHO DA POPULA\u00c7\u00c3O:<\/strong> \u00c9 imposs\u00edvel saber quantas araras havia originalmente, mas sabe-se que era uma esp\u00e9cie abundante no in\u00edcio do s\u00e9culo. Infelizmente, hoje devem existir mais araras-azuis em cativeiro que em vida livre. Atualmente ind\u00edcios da ocorr\u00eancia de araras-azuis na natureza s\u00e3o encontrados em tr\u00eas locais: Pantanal, \u201cGerais\u201d ou Brasil Central (nos estados de TO, GO, PI, MA e BA) e norte do Brasil.<\/p>\n<p>Resultados de alguns levantamentos de campo totalizam uma popula\u00e7\u00e3o de aproximadamente 6500 indiv\u00edduos assim distribu\u00eddos: 1) Pantanal com cerca de 5000 araras \u00e9 a que se encontra em melhor situa\u00e7\u00e3o na natureza. No Mato Grosso do Sul Guedes (2003) estima 4000 araras sendo que a popula\u00e7\u00e3o tem aumentado e expandido. No Mato Grosso, trabalho de Pinho (1998) estima cerca de 800 indiv\u00edduos. Na Bol\u00edvia tinha praticamente acabado e voltou a aparecer, com cerca de 150-200 indiv\u00edduos, segundo Dammermann (2000, comunica\u00e7\u00e3o pessoal e relat\u00f3rio n\u00e3o publicado). No Paraguai s\u00f3 h\u00e1 relatos de alimenta\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o vizinha ao Pantanal Brasileiro.<\/p>\n<p>No Brasil Central com cerca de 800-1000 araras-azuis, segundo levantamento realizado por Bianchi et al (2002). Esta popula\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das mais cr\u00edticas no momento, pois \u00e9 afetada pelo tr\u00e1fico, em especial no Sul do Piau\u00ed e Maranh\u00e3o. Retiram ovos, filhotes e adultos e h\u00e1 um avan\u00e7o da fronteira agr\u00edcola com retirada da vegeta\u00e7\u00e3o nativa para plantio de soja.<\/p>\n<p>Na regi\u00e3o Norte do Brasil, aproximadamente 500 araras-azuis, incluindo os estados do Amazonas e Par\u00e1, podendo haver uma lacuna entre as popula\u00e7\u00f5es do dois estados. Nesta regi\u00e3o as araras-azuis n\u00e3o t\u00eam sido estudadas nos \u00faltimos 20 anos. Levantamento mais recente foi realizado por Sherer-Neto (2004, comunica\u00e7\u00e3o pessoal). At\u00e9 recentemente, as araras eram afetadas pela coleta de penas para confec\u00e7\u00e3o de artesanato ind\u00edgena e pelo desmatamento para pecu\u00e1ria e agricultura. As refer\u00eancias completas destas bibliografias s\u00e3o encontradas em Guedes (2004), artigos complets em publica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas em pdf.<\/p>\n<p><strong>AMEA\u00c7AS ENCONTRADAS PELA ESP\u00c9CIE:<\/strong> os principais fatores que levaram as araras-azuis a amea\u00e7a de extin\u00e7\u00e3o foram: 1) a captura ilegal para o com\u00e9rcio nacional e internacional de aves de estima\u00e7\u00e3o, que foi intensa at\u00e9 a d\u00e9cada de 80 (ovos, filhotes, adultos); 2) a destrui\u00e7\u00e3o do habitat (perda, fragmenta\u00e7\u00e3o, descaracteriza\u00e7\u00e3o) principalmente com a implanta\u00e7\u00e3o de pastagem cultivada no Pantanal, agricultura e coloniza\u00e7\u00e3o em outras regi\u00f5es; 3) a ca\u00e7a e coleta de penas para artesanato ind\u00edgena (no Brasil est\u00e1 proibida desde 2005, sendo permitido apenas para cerim\u00f4nias e outros usos dentro das reservas ind\u00edgenas). A estes fatores, acrescentam-se popula\u00e7\u00f5es pequenas, baixa taxa reprodutiva e especializa\u00e7\u00e3o na dieta e no habitat.<\/p>\n<p><strong>O TR\u00c1FICO DE ARARAS:<\/strong> At\u00e9 a d\u00e9cada de 80 estima-se que mais de 10 mil araras-azuis foram retiradas da natureza. Hoje, o tr\u00e1fico de araras-azuis diminuiu bastante, mas ainda continua. No Mato Grosso do Sul se n\u00e3o acabou reduziu muito, gra\u00e7as ao trabalho de divulga\u00e7\u00e3o e envolvimento da popula\u00e7\u00e3o efetuado pelo Projeto Arara Azul.<\/p>\n<p>Entretanto, o tr\u00e1fico continua intenso em outras regi\u00f5es do Brasil. No per\u00edodo de 2004 a 2006 cerca de 60 filhotes de araras-azuis foram retirados dos ninhos para o com\u00e9rcio de animais silvestres. S\u00f3 para se ter uma id\u00e9ia, desses dez filhotes com menos de tr\u00eas meses de idade foram apreendidos pela Pol\u00edcia Federal em Corumb\u00e1. O destino era a Bol\u00edvia, Peru e posteriormente outros pa\u00edses. Os filhotes estavam anilhados porque filhotes nascidos em cativeiro recebem, com menos de 20 dias, uma anilha fechada numerada a qual \u00e9 controlada pelo IBAMA junto aos criadores. Por isso poderiam receber um certificado de \u201cnascido em cativeiro\u201d o que daria aspecto legal \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o. S\u00f3 que as anilhas eram falsificadas. Assim que a equipe do Projeto Arara Azul viu os filhotes, verificou que eles n\u00e3o eram do Pantanal, informa\u00e7\u00e3o esta que foi posteriormente confirmada pelos exames realizados pelo Departamento de Gen\u00e9tica do IB\/USP. Esses filhotes viajaram mais de 1500 km pelas rodovias do Brasil e apreens\u00e3o s\u00f3 foi poss\u00edvel, porque a popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 mais atenta, como resultado do trabalho de educa\u00e7\u00e3o ambiental, divulga\u00e7\u00e3o e envolvimento da popula\u00e7\u00e3o local que fizeram a den\u00fancia.<\/p>\n<p><strong>COMIT\u00ca PARA CONSERVA\u00c7\u00c3O E MANEJO:<\/strong> criado pela Portaria n\u00ba 375 de 05 de maio de 2003, o Comit\u00ea para Conserva\u00e7\u00e3o e Manejo da Arara-Azul-Grande <em>Anodorhynchus hyacinthinus<\/em>.<\/p>\n<p>O Comit\u00ea \u00e9 um grupo assessor do IBAMA, que trata do manejo \u201cin situ\u201d (na natureza) e \u201cex-situ\u201d (em cativeiro) de Anodorhynchus hyacinthinus, integrando pesquisadores e institui\u00e7\u00f5es que exercem atividades relacionadas com a esp\u00e9cie e seus h\u00e1bitats. O Comit\u00ea \u00e9 composto pelo Coordenador Geral de Fauna, Coordenador de Prote\u00e7\u00e3o de Esp\u00e9cies da Fauna e Chefe do Centro de Pesquisas para Conserva\u00e7\u00e3o das Aves Silvestres, todos do IBAMA, mais um representante da Sociedade de Zool\u00f3gicos do Brasil (SZB), um representante da Sociedade Brasileira de Ornitologia (SOB) e t\u00e9cnicos especializados como Neiva M.R. Guedes, Pedro Scherer Neto, Yara de Melo Barros, Cristina Y. Miyaki. O Comit\u00ea \u00e9 presidido pelo Coordenador Geral de Fauna\/IBAMA, sendo que as atividades de campo relacionadas \u00e0 esp\u00e9cie s\u00e3o coordenadas por Neiva M. R. Guedes.<\/p>\n<p>O comit\u00ea tem por objetivo o estabelecimento de estrat\u00e9gias para estudo, manejo e conserva\u00e7\u00e3o da arara-azul-grande Anodorhynchus hyacinthinus objetivando alcan\u00e7ar o estabelecimento de popula\u00e7\u00f5es geneticamente vi\u00e1veis desta esp\u00e9cie. Propor ao IBAMA o Plano de A\u00e7\u00e3o para a conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, que embasar\u00e1 a atua\u00e7\u00e3o do Instituto no acompanhamento da implementa\u00e7\u00e3o das atividades previstas. O comit\u00ea se re\u00fane pelo menos uma vez, a cada dois anos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA-AZUL-DE-LEAR<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Arara-azul-de-lear<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> <em>Anodorhynchus leari<\/em><br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 71 a 75 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 940 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> possui colora\u00e7\u00e3o semelhante a A. hyacinthinus, por\u00e9m nitidamente menor. A diferen\u00e7a entre as duas esp\u00e9cies reside no tom de cores: a cabe\u00e7a e o pesco\u00e7o possuem colora\u00e7\u00e3o azul-esverdeados, a barriga possui a cor azul-desbotado, com asas e caudas num tom de azul cobalto. Possuem o anel em volta do olho de cor amarelo claro, com as p\u00e1lpebras brancas ou levemente azuladas. A diferen\u00e7a mais significativa est\u00e1 na forma da barbela (pele em torno da mand\u00edbula). Em A. hyacinthinus tem a forma de uma fita, quanto que em A. leari possui a forma de n\u00f3doa (gota).<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> encontrada no norte da Bahia, especialmente na Reserva Ecol\u00f3gica do Raso da Catarina e na Reserva Biol\u00f3gica de Canudos. Sua \u00e1rea de distribui\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica inclu\u00eda os munic\u00edpios de: Campo Formoso, Euclides da Cunha, Uau\u00e1, Jeremoabo, Canudos, Sento S\u00e9 e Paulo Afonso.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> na regi\u00e3o da caatinga, utilizando \u00e1reas de pared\u00f5es e c\u00e2nions de rochas sedimentares para dormir e nidificar e alimentando-se nas \u00e1reas com palmeiras.Atualmente conhecido e monitorado a popula\u00e7\u00e3o possui dois s\u00edtios que utilizam como dormit\u00f3rio e reprodu\u00e7\u00e3o: os pared\u00f5es da Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica de Canudos (EBC), com 1500 hectares e a Fazenda Serra Branca, em Jeremoabo-BA, ambas reservas particulares.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Sementes de palmeira licuri (<em>Syagrus coronata<\/em>), flores de sizal (Agave sp), frutos de pinh\u00e3o (<em>Jatropha pohliana<\/em>) e umbu (<em>Spondias tuberosa<\/em>), bara\u00fana (<em>Schinopsis brasiliensis Engl<\/em>) e mucun\u00e3 (Dioclea sp.). Quando a escassez de alimento \u00e9 grande, as araras se alimentam de milho (<em>Zea mays<\/em>) plantado pela popula\u00e7\u00e3o local. Em 2006, sob a coordena\u00e7\u00e3o do IBAMA, a Parrots International (www.parrotsinternational.org) e Funda\u00e7\u00e3o Lymington come\u00e7aram um programa de ressarcimento do milho para a popula\u00e7\u00e3o que teve planta\u00e7\u00e3o atacada pelas araras-azuis-de-lear.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> At\u00e9 o ano de 2008 encontrava-se na categoria criticamente amea\u00e7ada, sendo inclu\u00edda no Ap\u00eandice I da Conven\u00e7\u00e3o sobre o Com\u00e9rcio Internacional de Esp\u00e9cies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extin\u00e7\u00e3o (CITES) e na Lista Oficial de Esp\u00e9cies da Fauna Brasileira Amea\u00e7ada de Extin\u00e7\u00e3o (MMA 2003). Ap\u00f3s a verifica\u00e7\u00e3o de que sua popula\u00e7\u00e3o havia alcan\u00e7ado o n\u00famero de 960 indiv\u00edduos, foi considerada como esp\u00e9cie \u201cEm Perigo\u201d de acordo com os crit\u00e9rios do CITES. O principal motivo para o decl\u00ednio da esp\u00e9cie foi o tr\u00e1fico ilegal dessas aves para criadouros particulares no Brasil e exterior e a destrui\u00e7\u00e3o do seu habitat, afetando principalmente as \u00e1reas de alimenta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<strong>CONSERVA\u00c7\u00c3O E MANEJO:<\/strong> Existe um Programa de Conserva\u00e7\u00e3o da Arara Azul de Lear coordenado pelo Cemave- ICMbio em parceria com v\u00e1rias institui\u00e7\u00f5es e um comit\u00ea internacional para recupera\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie na natureza e em cativeiro. Em Canudos a bi\u00f3loga \u00c9rica Pac\u00edfico vem realizando estudos sobre a biologia reprodutiva da esp\u00e9cie com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o Biodiversitas e o Museu de Zoologia da USP. O Instituto Arara Azul come\u00e7ou a fazer parte deste programa ao firmar conv\u00eanio como a Funda\u00e7\u00e3o Loro Parque, em Tenerife na Espanha (2010-2012), para desenvolver a\u00e7\u00f5es voltadas ao envolvimento das comunidades, educa\u00e7\u00e3o ambiental e de gera\u00e7\u00e3o de renda. Este projeto \u00e9 desenvolvido na regi\u00e3o de Euclides da Cunha, que representa 51% da \u00e1rea de alimenta\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie e \u00e9 coordenado pela pesquisadora associada ao Instituto, Simone Ten\u00f3rio. Para saber mais veja em OUTROS PROJETOS.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA-AZUL-PEQUENA<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Arara-azul-pequena, arara-celeste<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Anodorhynchus glaucus<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 68-72 cm.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> possui colora\u00e7\u00e3o azul, muito semelhante a A. leari. E tamb\u00e9m possui o anel em volta do olho e a barbela (pele em torno da base da mand\u00edbula) de cor amarela. A diferen\u00e7a est\u00e1 no tom de azul e amarelo e no seu comprimento.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Leste do Paraguai, Sul do Brasil, oeste do Uruguai e Norte da Argentina.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> vivia nas baixadas com palmeiras as margens dos rios (Uruguai, Paran\u00e1 e Paraguai). Como n\u00e3o h\u00e1 relatos comprovados, sup\u00f5e-se que constru\u00eda ninhos em cavidades dos barrancos de rio, pared\u00f5es rochosos ou cavidades arb\u00f3reas.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Sementes de palmeiras, provavelmente de Butia yatay.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> Considerada extinta, pois n\u00e3o foi localizado nenhum indiv\u00edduo na natureza e nem em cativeiro (CITES I). E os exemplares taxidermizados (empalhamento cient\u00edfico) conhecidos pertencem a cole\u00e7\u00f5es de museus no exterior. Com popula\u00e7\u00e3o muito pequena e rara antes ou no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, desapareceu antes de ser bem conhecida. As hip\u00f3teses sobre a extin\u00e7\u00e3o s\u00e3o ca\u00e7a e captura como animal de estima\u00e7\u00e3o, cat\u00e1strofe natural, redu\u00e7\u00e3o de variabilidade gen\u00e9tica ou descaracteriza\u00e7\u00e3o do ambiente natural com a assentamento humano ao longo dos rios.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA-AZUL<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Ararinha azul<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Cyanopsitta spixii.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 55 a 57 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 296 a 400 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> inteiramente azul, sendo que na cabe\u00e7a o tom \u00e9 um pouco mais p\u00e1lido e nas asas o tom \u00e9 mais escuro.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOFR\u00c1FICA:<\/strong> Cura\u00e7\u00e1, cidade ao norte da Bahia.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Mata de galeria da caatinga onde predomina a cara\u00edba (Tabebuia cara\u00edba).<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Sementes de Jatropha sp, Cnidoscolus sp; e frutos de Ziziphus sp e Maytennus sp.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> Considerada EXTINTA na natureza (CITES I). O \u00faltimo exemplar desapareceu em 2000, restando pouco mais de 60 indiv\u00edduos criados em cativeiro, sendo a maioria fora do Brasil. Existe um grupo de estudo com esfor\u00e7os internacionais para recupera\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie, coordenado pelo IBAMA. Os efeitos positivos do real envolvimento da popula\u00e7\u00e3o local, promovido pelo Projeto Ararinha Azul em Cura\u00e7a na Bahia (www.ararinha-azul.vila.bol.com.br) ainda s\u00e3o efetivos e ao mesmo tempo que se busca o aumento da popula\u00e7\u00e3o em cativeiro, se conserva o habitat espec\u00edfico, visando futuras reintrodu\u00e7\u00f5es. Casal de ararinha azul (C.spixii) no Zoo de SP.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>AS ARARAS DO G\u00caNERO ARA<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Aqui voc\u00ea encontra uma breve descri\u00e7\u00e3o das quatro esp\u00e9cies de araras do g\u00eanero Ara, que ocorrem no Brasil: duas araras-vermelhas, (A. chloropterus e A. macao), a arara-canind\u00e9 (A. arara\u00fana) e a maracan\u00e3-gua\u00e7u (A. severus). Clique em qualquer uma delas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA-CANIND\u00c9<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Arara-canind\u00e9,arara-de-barriga-amarela<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Ara ararauna.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 75-86 cm<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 995 a 1380 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> a parte superior do corpo possui a colora\u00e7\u00e3o azul e a inferior amarela, possui fileiras de penas faciais pretas e garganta tamb\u00e9m preta.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Panam\u00e1, Col\u00f4mbia, Guianas, Equador, Peru, Bol\u00edvia, Paraguai e Argentina. No Brasil ocorrem na regi\u00e3o norte, centro-oeste, Bahia, Minas Gerais e S\u00e3o Paulo. Desde 2002 vive na cidade de Campo Grande, capital de Mato Grosso do Sul, onde \u00e9 facilmente observada.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> V\u00e1rzeas com buritizais, baba\u00e7uais e beira de mata.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutas e sementes na sua maioria de palmeiras.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie \u00e9 classificada como CITES II. N\u00e3o se encontra em perigo eminente. Mas como a maioria dos animais brasileiros, essa esp\u00e9cie apresenta problemas localmente, ou seja, \u00e9 abundante em alguns locais e em outros n\u00e3o \u00e9 muito freq\u00fcente, pois a destrui\u00e7\u00e3o do ambiente nesses locais afastou as araras. \u00c9 muito encontrada em cativeiro. Esp\u00e9cie estudada pelo Projeto Arara Azul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA VERMELHA<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Arara-vermelha, arara-vermelha-grande<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Ara chloropterus<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 90 a 95 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 1050 a 1708 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o vermelha, diferindo da arara-piranga por ter penas verdes no lugar das amarelas nas asas e por possuir uma fina fileira de penas vermelhas na pele facial branca.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> ocorre no Panam\u00e1, Col\u00f4mbia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru, Bol\u00edvia, Paraguai. No Brasil ocorre desde a Amaz\u00f4nia at\u00e9 oeste do Piau\u00ed, Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e S\u00e3o Paulo. Assim como a arara-canind\u00e9, tamb\u00e9m vive na cidade de Campo Grande. A observa\u00e7\u00e3o de bandos de araras vermelhas expandindo e migrando est\u00e1 tornando poss\u00edvel a ocorr\u00eancia desta esp\u00e9cie na divisa dos estados de Mato Grosso do Sul, S\u00e3o Paulo e Paran\u00e1, onde j\u00e1 era considerada extinta.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Matas de beira de rios em florestas tropicais, cordilheiras e cap\u00f5es no Pantanal, podendo dividir ou alternar alguns ninhos com as araras-azuis.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos e sementes em geral.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie n\u00e3o se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o (CITES II), mas \u00e9 bastante comercializada e tem coleta de penas pelos ind\u00edgenas. Esta esp\u00e9cie tamb\u00e9m vem sendo estudada pela equipe do Projeto Arara Azul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>ARARA-CANGA<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Ara-canga, arara-vermelha-pequena<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Ara macao.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 80 a 96 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 900 a 1490 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o vermelha, com penas amarelas e azuis nas asas, pele facial branca.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> ocorrem no M\u00e9xico, Nicar\u00e1gua, Costa Rica, Panam\u00e1, Col\u00f4mbia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru e Bol\u00edvia. No Brasil ocorre na Amaz\u00f4nia, Mato Grosso, Tocantins, Maranh\u00e3o.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Mata e beira de rio.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos e sementes.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie n\u00e3o se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 classificada como CITES I. Ela s\u00f3 \u00e9 observada em ambientes onde n\u00e3o h\u00e1 perturba\u00e7\u00e3o humana e tamb\u00e9m sofre problemas (destrui\u00e7\u00e3o do ambiente) em certos locais e coleta de penas pelos ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>MARACAN\u00c3-GUA\u00c7U<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Maracan\u00e3-gua\u00e7u<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Ara severus<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> em torno de 50 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 285 a 387 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o verde, com penas vermelhas e azuis nas asas e cauda, pele facial branca com fileiras de penas fina pretas e testa de cor castanha.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Panam\u00e1, Col\u00f4mbia, Venezuela, Guianas, Equador, Peru e Bol\u00edvia. No Brasil ocorre da regi\u00e3o Amaz\u00f4nica at\u00e9 o norte do Mato Grosso.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> \u00e1reas de mata ciliar e buritizais.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos, sementes, flores e folhas.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie n\u00e3o se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o (CITES II).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>OUTRAS ESP\u00c9CIES DE ARARAS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Neste item voc\u00ea vai encontrar uma breve descri\u00e7\u00e3o das outras cinco araras pequenas que ocorrem no Brasil, mas que popularmente s\u00e3o conhecidas como maracan\u00e3s:Orthopsittaca manilata, Primolius: com 3 esp\u00e9cies: maracan\u00e3, auricollis e couloni e Diopsittaca nobilis.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>MARACAN\u00c3-DE-CARA-AMARELA<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Maracan\u00e3-de-cara-amarela<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Orthopsittaca manilata.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 44 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 292 a 390 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o verde, com peito acinzentado escamado, abd\u00f4men rubro, pele facial amarela e bico preto.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Col\u00f4mbia, Equador, Peru, Bol\u00edvia, Venezuela, Guianas. No Brasil ocorre desde a Amaz\u00f4nia at\u00e9 Piau\u00ed, oeste da Bahia e de Minas Gerais e tamb\u00e9m no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goi\u00e1s.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Mata ciliar e buritizais.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie n\u00e3o se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o (CITES II).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>MARACAN\u00c3-DO-BURITI<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Maracan\u00e3-do-buriti<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Primolius maracana.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 41 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 246 a 266 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o verde, abd\u00f4men e parte superior das coxas rubro, pele facial amarela p\u00e1lido e testa vermelha.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Ocorre desde o Maranh\u00e3o at\u00e9 Argentina e Paraguai<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Beira de matas, buritizais e outros palmares.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos e sementes<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie \u00e9 classificada como vulner\u00e1vel a extin\u00e7\u00e3o (CITES I), ou seja, se medida n\u00e3o forem tomadas essa esp\u00e9cie pode entrar em processo de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>MARACAN\u00c3-DE-COLAR<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Maracan\u00e3-de-colar<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Primolius auricollis.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 41 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 240 a 259g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Colora\u00e7\u00e3o verde, com fronte escurecida e distingu\u00edvel pela faixa no pesco\u00e7o de cor amarela.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Bol\u00edvia, Paraguai, Argentina. No Brasil ocorre no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e norte do Tocantins.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Cap\u00f5es e mata de galeria.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos, flores e pequenas sementes.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> Essa esp\u00e9cie n\u00e3o se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o no Brasil. Pouco conhecida na natureza. Primeiros trabalhos de campo no Brasil sendo realizados pelo Projeto Arara Azul e Projeto Papagaio Verdadeiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>MARACAN\u00c3-DE-CABE\u00c7A-AZUL<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Maracan\u00e3-de-cabe\u00e7a-azul<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Primolius couloni.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 41 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 240 a 259 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o verde, a cabe\u00e7a e as r\u00eamiges azuis, n\u00e3o tem cara branca, lado superior da cauda, avermelhado.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Peru, norte da Bol\u00edvia e no Brasil foi avistada no Acre.<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Mata e floresta tropical.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Frutos, flores e pequenas sementes.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie n\u00e3o \u00e9 bem conhecida no Brasil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>MARACAN\u00c3-NOBRE<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>NOME POPULAR:<\/strong> Maracan\u00e3-nobre<br \/>\n<strong>NOME CIENT\u00cdFICO:<\/strong> Diopsittaca nobilis.<br \/>\n<strong>COMPRIMENTO:<\/strong> 30 a 35 cm.<br \/>\n<strong>PESO:<\/strong> 129 a 169 g.<br \/>\n<strong>COLORA\u00c7\u00c3O:<\/strong> colora\u00e7\u00e3o verde, com fronte azul, encontro e coberteiras inferiores (penas menores) das asas vermelhas e cara branca.<br \/>\n<strong>DISTRIBUI\u00c7\u00c3O GEOGR\u00c1FICA:<\/strong> Ocorre desde a Venezuela e Suriname ao Brasil (Mato Grosso, Goi\u00e1s, S\u00e3o Paulo e estados do nordeste).<br \/>\n<strong>HABITAT:<\/strong> Cerrado, palmares e beira de mata.<br \/>\n<strong>ALIMENTA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Flores, frutos e sementes.<br \/>\n<strong>STATUS:<\/strong> essa esp\u00e9cie n\u00e3o se encontra em perigo de extin\u00e7\u00e3o (CITES II).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Mais informa\u00e7\u00f5es sobre as araras-azuis ver Refer\u00eancias do Projeto. Para saber mais consultem tamb\u00e9m esses livros, artigos, teses e sites, procure na biblioteca mais pr\u00f3xima da sua casa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>LIVROS E ARTIGOS<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Abramson, J.: Speer, B. L. and Thomsen, J.B.\u00a0<strong>The Large Macaws: Their Care, Breeding and Conservation<\/strong>. Fort Bragg: Raintree Pub, 1995.<\/p>\n<p>Beissinger, S. R. &amp; F. R. Snyder.\u00a0<strong>New Parrots in Crisis: solutions from conservation biology<\/strong>. Smithsonian Institution Press, Washington, D.C. 1992.<\/p>\n<p>Bernardes, A.T.B., Machado, A.B.M. &amp; Rylands, A.B. 1990.\u00a0<strong>Fauna brasileira amea\u00e7ada de extin\u00e7\u00e3o<\/strong>. Funda\u00e7\u00e3o Biodiversitas, Belo Horizonte<\/p>\n<p>Candisani, L. and Caldas, S.T.\u00a0<strong>Arara-azul<\/strong>. DBA Editora. 2005.<\/p>\n<p>Collar, N.J., Gonzaga, L.P., Krabbe, N., Madr\u00f5no Nieto, A., Naranjo, L.G., Parker, T.A. and Wege, D.C., 1992.\u00a0<strong>Threatened birds of the Americas, The ICBP\/IUCN Red Data Book<\/strong>. Washington, D.C. Smithsonian Institution, Press.<\/p>\n<p>Galetti, M. &amp; M. A. Pizo.\u00a0<strong>Ecologia e conserva\u00e7\u00e3o de psitac\u00eddeos no Brasil<\/strong>. Melopsittacus Publica\u00e7\u00f5es Cient\u00edficas, Belo Horizonte, MG. 2002.<\/p>\n<p>Del Hoyo, J.; Elliott, A. and Sargatal, J.\u00a0<strong>Handbook of the birds of the world<\/strong>. Lynx Edicions. 1997.<\/p>\n<p>Juniper, T.; Parr, M.\u00a0<strong>Parrots: A Guide to Parrots of the World<\/strong>. Yale University Press, New Haven, 1998.<\/p>\n<p>Miyaki, C.Y.; Hanotte, O.; Wajntal, A. and Burke, T., 1993. Characterization and application of multilocus DNA fingerprints in Brazilian endangered macaws. IN: Pena, S.D.J.; Chakraborty, R.; Epplen, J.T. and Jeffreys, A.J. DNA Fingerprinting: State of the Science, Birkh\u00e4user Verlag, Basel, Switzerland, p. 395-401.<\/p>\n<p>Miyaki, C.Y.; Duarte, J.M.B.; Caparroz, R.; Nunes, A.L.N. &amp; Wajntal, A., 1997. Sex identification of Brazilian parrots (Psittacidae, Aves) using the human minisatellite probe 33.15. AUK 114: 516-520.<\/p>\n<p>Miyaki, C.Y.; Griffiths, R.; Orr, K.; Nahum, L.A.; Pereira, S.L. and Wajntal, A., 1998. Sex identification of parrots, toucans and curassows by PCR: perspectives for wild and captive population studies. ZooBiology 17: 415-423.<\/p>\n<p>Sick, H. Ornitologia Brasileira. Editora Nova Fronteira. 1997.<\/p>\n<p>Snyder, N., McGowan, P., Gilardi, J., &amp; A. Grajal.\u00a0<strong>Parrots. Status Survey and Conservation Action Plan 2000-2004<\/strong>. IUCN, Gland, Switzerland and Cambridge, Oxford, UK. 2000.<\/p>\n<p>Souza, D.\u00a0<strong>Todas as Aves do Brasil<\/strong>. Guia de campo para identifica\u00e7\u00e3o. Editora DALL. 1998.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>TRABALHOS ACAD\u00caMICOS<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Bianchi, C.A.C.\u00a0<strong>Biologia reprodutiva da arara-canind\u00e9 (Ara ararauna, Psittacidae) no Parque Nacional das Emas, Goi\u00e1s<\/strong>. Master thesis, Universidade de Bras\u00edlia, Bras\u00edlia, DF, 1998. p 69.<\/p>\n<p>Carciofi, A.C. 2000.\u00a0<strong>Contribui\u00e7\u00e3o ao estudo da alimenta\u00e7\u00e3o da arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus, Psittacidae, aves) no Pantanal \u2013 MS<\/strong>. I &#8211; An\u00e1lise da qu\u00edmica do acuri (Scheelea phalerata) e da bocai\u00fava (Acrocomia aculeata). II \u2013 Aplicabilidade do m\u00e9todo de indicadores naturais para o c\u00e1lculo da digestibilidade. III \u2013 Energia metaboliz\u00e1vel e ingest\u00e3o de alimentos. USP. S\u00e3o Paulo. Tese de Doutorado. 137p.<\/p>\n<p>Caparroz, R.\u00a0<strong>Estudo de popula\u00e7\u00f5es naturais de psitac\u00eddeos neotropicais (Psittaciformes, Aves) por t\u00e9cnica de identifica\u00e7\u00e3o individual de DNA (\u201cDNA fingerprinting\u201d): enfoque em conserva\u00e7\u00e3o<\/strong>. Master thesis, Universidade de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, SP, 1998. p 108.<\/p>\n<p>Faria, P. J., 2000.\u00a0<strong>Caracteriza\u00e7\u00e3o de Popula\u00e7\u00f5es Naturais de Psitac\u00eddeos (Aves: Psittaciformes) Atrav\u00e9s de Marcadores Moleculares<\/strong>. Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado. Departamento de Biologia, Instituto de Bioci\u00eancias, USP, S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Guedes, N.M.R.\u00a0<strong>Biologia reprodutiva da arara-azul (Anodorhynchus hyacinthinus) no Pantanal &#8211; MS, Brasil<\/strong>. Master thesis, Universidade de S\u00e3o Paulo, S\u00e3o Paulo, 1993. p 122.<\/p>\n<p>Pinho, J.B. 1998.\u00a0<strong>Aspectos comportamentais da Arara-Azul (Anodorhynchus hyacinthinus) na localidade de Pirizal, Munic\u00edpio de Nossa Senhora do Livramento \u2013 Pantanal de Pocon\u00e9<\/strong>. UFMT, Cuiab\u00e1, Diserta\u00e7\u00e3o de mestrado. 78p.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>LINKS INTERESSANTES<\/strong><\/h5>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><a href=\"http:\/\/www.mma.gov.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.mma.gov.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.mma.gov.br\/portalbio\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.mma.gov.br\/portalbio<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ibama.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.ibama.org.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.cbro.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.cbro.org.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.biodiversitas.org.br\/livrovermelho2005\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.biodiversitas.org.br\/livrovermelho2005<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.iucnredlist.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.iucnredlist.org<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.parrotsinternational.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.parrotsinternational.org<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ararinha-azul.vila.bol.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.ararinha-azul.vila.bol.com.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.proaves.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.proaves.org.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ibama.gov.br\/cemave\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.ibama.gov.br\/cemave<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.wwf.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.wwf.org.br<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.estadao.com.br\/ext\/ciencia\/arquivo\/pantanal\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.estadao.com.br\/ext\/ciencia\/arquivo\/pantanal<\/a><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.fundacaolymington.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.fundacaolymington.org<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>FONTE <\/strong>SITE OFICIAL INSTITUTO ARARA AZUL. Projeto Arara Azul \u2013 Biologia, Manejo e Conserva\u00e7\u00e3o. Dispon\u00edvel em https:\/\/www.institutoararaazul.org.br\/ Acesso em 08 de Junho de 2020.<br \/>\nGUEDES, NMR, 2015. Projeto Arara Azul \u2013 Biologia, Manejo e Conserva\u00e7\u00e3o. Instituto Arara Azul, Site. Campo Grande, MS, 112p.<br \/>\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es e Fotos por:<\/strong> PPPubli\/Instituto Arara Azul<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>SAIBA MAIS<\/strong><\/p>\n<div class=\"row\">\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/sobre-o-instituto-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17839\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17839\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-1-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17839\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-1-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-1-80x80.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17839\" class=\"wp-caption-text\">Instituto Arara Azul<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/a-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17843\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17843\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-2-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17843\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-2-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-2-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/A-Arara-Azul-2-80x80.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17843\" class=\"wp-caption-text\">A Arara-Azul<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/projeto-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17842\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17842\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Projeto-Arara-Azul-1-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17842\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Projeto-Arara-Azul-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Projeto-Arara-Azul-1-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Projeto-Arara-Azul-1-80x80.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17842\" class=\"wp-caption-text\">O Projeto Arara Azul<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/outros-projetos-instituto-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17844\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17844\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Outros-Projetos-Instituto-Arara-azul-1-150x150.jpeg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17844\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Outros-Projetos-Instituto-Arara-azul-1-150x150.jpeg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Outros-Projetos-Instituto-Arara-azul-1-85x85.jpeg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Outros-Projetos-Instituto-Arara-azul-1-80x80.jpeg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17844\" class=\"wp-caption-text\">Outros Projetos<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/publicacoes-instituto-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17841\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17841\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Publica\u00e7\u00f5es-Instituto-Arara-Azul-1-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17841\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Publica\u00e7\u00f5es-Instituto-Arara-Azul-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Publica\u00e7\u00f5es-Instituto-Arara-Azul-1-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Publica\u00e7\u00f5es-Instituto-Arara-Azul-1-80x80.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17841\" class=\"wp-caption-text\">Publica\u00e7\u00f5es<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/como-ajudar\/\"><div id=\"attachment_17845\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17845\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Como-Ajudar-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17845\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Como-Ajudar-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Como-Ajudar-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Como-Ajudar-80x80.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17845\" class=\"wp-caption-text\">Como Ajudar<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/parceiros\/\"><div id=\"attachment_17846\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17846\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Parceiros-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17846\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Parceiros-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Parceiros-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Parceiros-80x80.jpg 80w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Parceiros-768x768.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17846\" class=\"wp-caption-text\">Parceiros<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/downloads\/\"><div id=\"attachment_17840\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17840\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Downloads-1-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17840\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Downloads-1-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Downloads-1-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Downloads-1-80x80.jpg 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17840\" class=\"wp-caption-text\">Downloads<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/videos-instituto-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17848\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17848\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17848\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-300x300.jpg 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-146x146.jpg 146w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-50x50.jpg 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-75x75.jpg 75w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos-80x80.jpg 80w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/V\u00eddeos.jpg 450w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17848\" class=\"wp-caption-text\">V\u00eddeos<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<div class=\"coluna\">\n<a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/contato-instituto-arara-azul\/\"><div id=\"attachment_17847\" style=\"width: 160px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-17847\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" class=\"size-thumbnail wp-image-17847\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-150x150.jpg 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-146x146.jpg 146w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-50x50.jpg 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-75x75.jpg 75w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-85x85.jpg 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato-80x80.jpg 80w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/Contato.jpg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px\" \/><p id=\"caption-attachment-17847\" class=\"wp-caption-text\">Contato<\/p><\/div><\/a>\n<\/div>\n<\/div>\n<style>\n.coluna{\n  float: left;\n  width: 20%;\n.row::after {\n  content: \"\";\n  clear: both;\n  display: table;\n}\n<\/style>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<h6><strong>Gostaria de juntar-se a Beautiful Brazil e ajudar a divulgar as belezas de nosso pais?<br \/>\nEntre em contato <a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/contato\/\">(CLICANDO AQUI!)<\/a><\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>ARARA AZUL Aqui voc\u00ea encontrar informa\u00e7\u00f5es gerais sobre as araras-azuis, especialmente sobre a arara-azul, objeto de estudo do Projeto Arara Azul e o maior representante da<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":9193,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[889,888,890,891],"class_list":["post-9192","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-arara-azul","tag-instituto-arara-azul","tag-institutos-brasileiros","tag-institutos-do-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9192"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9192\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":11281,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9192\/revisions\/11281"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/9193"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}