{"id":22911,"date":"2020-12-06T22:38:13","date_gmt":"2020-12-07T01:38:13","guid":{"rendered":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/?p=22911"},"modified":"2020-12-06T22:44:01","modified_gmt":"2020-12-07T01:44:01","slug":"prefeitura-de-torres-rs","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/prefeitura-de-torres-rs\/","title":{"rendered":"Prefeitura de Torres\/RS"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>PREFEITURA DE TORRES\/RS<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>LINHA DO TEMPO<\/strong><\/p>\n<p><strong>TRI\u00c1SSICO &#8211;<\/strong> (248 \u2013 206 milh\u00f5es de anos) O supercontinente Pangea (Pan = todo, gea = terra) come\u00e7a a se desagregar, dando origem aos continentes modernos. <\/p>\n<p><strong>JUR\u00c1SSICO &#8211;<\/strong> (206 \u2013 142 milh\u00f5es de anos) Com o desmembramento da Pangea (limite com o cret\u00e1ceo), a Am\u00e9rica do Sul separa-se da \u00c1frica (supercontinente Gondwana) ocupando sua posi\u00e7\u00e3o atual. As forma\u00e7\u00f5es geol\u00f3gicas locais documentam importantes mudan\u00e7as ocorridas nas \u00e1reas secund\u00e1ria e terci\u00e1ria, a exemplo da forma\u00e7\u00e3o Botucatu (arenito) ocorrida h\u00e1 130 milh\u00f5es de anos, o que comprova a exist\u00eancia de um grande deserto por aqui neste per\u00edodo, por sua vez, a forma\u00e7\u00e3o serra geral (aproximadamente 120 milh\u00f5es de anos) \u00e9 o resultado de sucessivos derramamentos bas\u00e1lticos, originadores do planalto sul-brasileiro. <\/p>\n<p><strong>CA\u00c7ADORES, COLETORES, PESCADORES PR\u00c9-HIST\u00d3RICOS (HOMEM DO SAMBAQUI) &#8211;<\/strong> (Aproximadamente 12.000 anos) \u00c9 bem prov\u00e1vel que tenham sido paleoamenr\u00eddios que ingressaram em nosso continente por uma via ant\u00e1rtica (Estreito de Bering) aproveitando as possibilidades de um planeta em processo de desgelo. Isto ocorreu h\u00e1 aproximadamente 12.000 anos antes do presente, na era quatern\u00e1ria, no limite entre os per\u00edodos Pleistoceno e Holoceno. A linha de costa da regi\u00e3o estava 150 metros abaixo do atual n\u00edvel. Torres, neste contexto estava muito afastada do oceano. Estes n\u00f4mades e semi-n\u00f4mades foram os \u201cformadores\u201d dos s\u00edtios sambaquianos e das esta\u00e7\u00f5es l\u00edticas. <\/p>\n<p><strong>COMUNIDADES IND\u00cdGENAS<\/strong> &#8211; (Antes do S\u00e9culo XV at\u00e9 XVII) Provavelmente tenham iniciado com os guaianazes (Guaian\u00e1s ou Tapuias, do ramo G\u00ea), que por sua vez, teriam sido a \u201cevolu\u00e7\u00e3o natural\u201d dos primitivos habitantes, foram suplantados tecnologicamente pelos cari\u00f3s e arach\u00e1s (ramo Guarani), povoadores da faixa litor\u00e2nea compreendida entre Torres e Tramanda\u00ed e tamb\u00e9m entre os Estados de Santa Catarina at\u00e9 S\u00e3o Paulo. <\/p>\n<p><strong>TORRES \u00c9 DEFINIDA COMO \u201cILHA DA BAYA\u201d, PELO PORTUGU\u00caS JO\u00c3O DE LISBOA (1514)<\/strong><\/p>\n<p><strong>JESU\u00cdTAS NO LITORAL &#8211;<\/strong> (1617 &#8211; 1619) Os padres jesu\u00edtas Jo\u00e3o Fernandes Gato e Jo\u00e3o de Almeida, origin\u00e1rios de Laguna, \u201cfundam\u201d as miss\u00f5es. <\/p>\n<p><strong>\u201cVAZIO HUMANO\u201d &#8211;<\/strong> (Meados do S\u00e9culo XVII) Doen\u00e7as \u201cimportadas\u201d, catequiza\u00e7\u00e3o jesu\u00edtica, escraviza\u00e7\u00e3o e genoc\u00eddio levam ao \u201cdesaparecimento\u201d dos nativos na regi\u00e3o. <\/p>\n<p><strong>CICLO DA PRATA E DO OURO &#8211;<\/strong> <strong>(S\u00e9culo XVII)<\/strong> \u201cExcurs\u00f5es\u201d ou \u201cexpedi\u00e7\u00f5es\u201d em busca de m\u00e3o de obra ind\u00edgena escrava, apesar da escassez desse \u201cmaterial humano\u201d n\u00e3o deixaram de percorrer este caminho litor\u00e2neo, entre Laguna e Tramanda\u00ed. <\/p>\n<p><strong>RECONHECIMENTO DA COSTA LITOR\u00c2NEA E NAVEGA\u00c7\u00c3O LACUSTRE &#8211;<\/strong> <strong>(1680)<\/strong> O fundador de Laguna, Manoel Jord\u00e3o da Silva junto com Domingos de Brito Peixoto buscavam metais preciosos em nossa costa. N\u00e3o lograram seu intento, contudo, forma alguns dos primeiros conhecedores das vias mar\u00edtimas e do potencial lacustre regional. <\/p>\n<p><strong>(1721)<\/strong> O j\u00e1 referido Domingos de Brito Peixoto recebe o t\u00edtulo de Capit\u00e3o-Mor de Laguna (com jurisdi\u00e7\u00e3o at\u00e9 Rio Grande de S\u00e3o Pedro). Expedi\u00e7\u00e3o terrestre, comandada por Jo\u00e3o de Magalh\u00e3es, passa por Torres, quando desloca-se para dar in\u00edcio ao povoamento de Rio Grande.<br \/>\nTropeiros, sorocabanos e lagunistas, em suas \u201cidas e vindas\u201d intensificam o \u201ctr\u00e1fego\/tr\u00e1fico humano\u201d, no corredor litor\u00e2neo torrense<\/p>\n<p><strong>A partir de 1730<\/strong><br \/>\n<strong>CERCA DE PREGOS &#8211; (1738)<\/strong> Estabelecimento rural (entre a Lagoa e o Morro da Itapeva), organizado pelo Coronel Portugu\u00eas Diogo Cardoso Os\u00f3rio para servir de confinamento aos cavalos utilizados pelo Regimento dos Drag\u00f5es, que atuaria na guerra da Prov\u00edncia Cisplatina (o atual Uruguai), regi\u00e3o ent\u00e3o disputada pelas duas coroas ib\u00e9ricas.<br \/>\nDiogo Soares (cart\u00f3grafo) menciona pela primeira vez o nome Torres em um mapa.<\/p>\n<p><strong>TRATADO DE MADRI<\/strong> &#8211; (1750) Ap\u00f3s selar o \u201cacordo diplom\u00e1tico\u201d, Espanha e Portugal reconhecem, reciprocamente, o uso \u00fatil das terras delimitadas e a cada coroa destinadas. Depois do tratado, o primeiro personagem luso importante a percorrer o limite fronteiri\u00e7o nele estabelecido foi o General Gomes Freire de Andrade (Governador da Reparti\u00e7\u00e3o Sul do Brasil e Comiss\u00e1rio da demarca\u00e7\u00e3o de limites, em 1752).<\/p>\n<p><strong>GUARDA E REGISTRO<\/strong> &#8211; Transferida de Tramanda\u00ed para Torres, na d\u00e9cada de 1770.<\/p>\n<p><strong>Segunda metade do s\u00e9culo XVIII<\/strong><\/p>\n<p><strong>FORTE S\u00c3O DIOGO DAS TORRES &#8211; (1777)<\/strong> O \u201cperigo castelhano\u201d rondava o extremo sul brasileiro, a partir da tomada de Nossa Senhora do Desterro. Tomar Torres, por terra, era isolar toda uma regi\u00e3o. Constroi-se o forte (o Marechal sueco Jacques Funck e o Coronel Jo\u00e3o Alves s\u00e3o os respons\u00e1veis pela obra). Com isso a Guarda e Registro \u00e9 transferida da Itapeva para a Torre Norte, estando localizada ent\u00e3o em zona fronteiri\u00e7a \u00e0 constru\u00e7\u00e3o militar. O Tratado de Santo Ildefonso, do mesmo ano, determina a \u201cdestiva\u00e7\u00e3o\u201d do forte. Os dois imp\u00e9rios (Espanha e Portugal) voltam a ter boas rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas.<\/p>\n<p><strong>PRESEN\u00c7A A\u00c7ORIANA &#8211; (Fim do s\u00e9culo XVIII)<\/strong> Vindos do Desterro (Florian\u00f3polis) e de Laguna instalaram-se em propriedades rurais entre os \u201ccampos da Itapeva\u201d e a \u201cEst\u00e2ncia do Meio\u201d, a atual Arroio do Sal.<br \/>\nNosso forte \u00e9 constru\u00eddo sobre os escombros do primeiro. O \u201cperigo castelhano\u201d volta a assombrar. Um tenente, sem nome para a hist\u00f3ria, comandou o fortim.<\/p>\n<p><strong>\u00daltima d\u00e9cada do S\u00e9culo XVIII &#8211; (1801)<\/strong> Torres vira Guarda e Registro. Em seguida vem comand\u00e1-la o futuro Alferes Manoel Ferreira Porto Filho. Em 1809, o primeiro governador da Capitania, Don Diogo de Souza, refor\u00e7a todas as guarni\u00e7\u00f5es militares existentes em sua jurisdi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>(1815 &#8211; 1816)<\/strong> \u00c9 dada autoriza\u00e7\u00e3o para constru\u00e7\u00e3o de uma capela, por Don Jos\u00e9 Caetano da Silva Coutinho para a cidade de Torres. Era a primeira ente Laguna e Concei\u00e7\u00e3o do Arroio (atual cidade de Os\u00f3rio).<\/p>\n<p><strong>(1820) &#8211;<\/strong> Auguste Saint-Hilare registra em seu livro \u201cViagem ao Rio Grande do Sul\u201d sua passagem por Torres. Neste mesmo ano o futuro Tenente-Coronel Francisco de Paula Soares, comandando prisioneiros de guerra (\u00edndios guaranis cisplatinos) reconstroi o Forte das Torres. Em 1822, em alus\u00e3o \u00e0 \u201cindepend\u00eancia\u201d brasileira, nomeia-se o mesmo como Baloarte Ipiranga. A partir de ent\u00e3o h\u00e1 grande incentivo ao povoamento da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>(1825) &#8211;<\/strong> Neste per\u00edodo surge uma constoversia que ecoar\u00e1 at\u00e9 nossos dias. Pinturas atribuidas ao aquarelista franc\u00eas Jean Baptiste Debret sobre Torres, poderiam n\u00e3o ser de sua autoria, e sim do comerciante Nicolas Dreys. Ainda neste ano, comemora-se na localidade o reconhecimento, por parte de Portugal, da \u201cIndepend\u00eancia\u201d do Brasil. Novo ato c\u00edvico ocorreu no ent\u00e3o distrito patrulhense. Este ano marcou tamb\u00e9m a intensa movimenta\u00e7\u00e3o de militares por nosso corredor litor\u00e2neo. Sempre aquartelavam-se no per\u00edmetro do ent\u00e3o Baloarte.<\/p>\n<p><strong>(1826) &#8211;<\/strong> Uma coloniza\u00e7\u00e3o germ\u00e2nica \u201cplanejada\u201d \u00e9 destinada a Torres. S\u00e3o protagonistas da empreitada Jos\u00e9 Feliciano Pinheiro (Presidente da prov\u00edncia) e Francisco de Paula Soares (comandante do Baloarte e \u201cagente\u201d da imigra\u00e7\u00e3o). Depois de uma penosa \u201cVia-Crusis\u201d, por mar e por terra, os imigrantes chegam a Torres. No ano segunte os protestantes s\u00e3o instalados no vale do rio Tr\u00eas Forquilhas. Os cat\u00f3licos tiveram que esperar mais uma volta do calend\u00e1rio para serem estabelecidos entre a Lagoa do Jacar\u00e9 e o Morro do Forno. Ainda neste ano, comemora-se na localidade o reconhecimento, por parte de Portugal, da \u201cIndepend\u00eancia\u201d do Brasil. Novo ato c\u00edvico ocorreu no ent\u00e3o distrito patrulhense. Este ano marcou tamb\u00e9m a intensa movimenta\u00e7\u00e3o de militares por nosso corredor litor\u00e2neo. Sempre aquartelavam-se no per\u00edmetro do ent\u00e3o Baloarte.<\/p>\n<p><strong>Dezembro de 1826 &#8211;<\/strong> Don Pedro Primeiro percorre por duas vezes o s\u00edtio torrense. Vem em miss\u00e3o militar. No deslocamento de retorno \u00e0 corte, \u00e9 aqui que recebe a not\u00edcia da morte da Imperatriz Dona Leopoldina. Este ano marcou tamb\u00e9m a intensa movimenta\u00e7\u00e3o de militares por nosso corredor litor\u00e2neo. Sempre aquartelavam-se no per\u00edmetro do ent\u00e3o Baloarte.<\/p>\n<p><strong>Fevereiro de 1827 &#8211;<\/strong> O futuro visconde de S\u00e3o Leopoldo, j\u00e1 como presidente constitucional da prov\u00edncia, \u00e9 convidado a inaugurar o \u201cPort\u00e3o Riograndense\u201d Em setembro do mesmo ano, o Fortin de Torres \u00e9 \u201cpromovido\u201d \u00e0 categoria de pres\u00eddio, recebendo um contingente de soldados guaran\u00eds (era comandado pelo Tenente-Coronel Francisco de Paula Soares, e havia sido renomeado com a alcunha de Baloarte Ipiranga). Ainda neste ano (em 12 de outubro) pela primeira vez \u00e9 hasteado, em Torres, o Pante\u00e3o Nacional, sendo que no mesmo ato c\u00edvico uma salva de tiros de canh\u00e3o saldou os dois anos da aclama\u00e7\u00e3o de Don Pedro Primeiro como Imperador Brasileiro.<\/p>\n<p><strong>(1835 \u2013 1845) &#8211;<\/strong> Durante a Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha Torres \u201cv\u00ea\u201d constantemente seu territ\u00f3rio ser dominado hora por \u201cfor\u00e7as legalistas\u201d, hora por \u201cfor\u00e7as revoltosas\u201d.<\/p>\n<p><strong>(D\u00e9cada de 1840) &#8211;<\/strong> Provavelmente, neste per\u00edodo, o Baloarte Ipiranga \u00e9 \u201cdesativado\u201d.<\/p>\n<p><strong>S\u00e9culo XIX e primeiro quarto do s\u00e9culo XX &#8211; <\/strong>Por seu condicionamento espacial e f\u00edsico privilegiado Torres esteve sempre suscet\u00edvel de ser sacudida pelas constantes beliger\u00e2ncias que assolaram nosso estado entre o alvorecer do s\u00e9culo XIX e o primeiro quarto, ao menos, do s\u00e9culo XX. Isto implica, em parte, o \u201cpouco desenvolvimento\u201d social e econ\u00f4mico do munic\u00edpio, no per\u00edodo considerado.<\/p>\n<p><strong>21 de Maio de 1878 &#8211;<\/strong> Torres, por interm\u00e9dio da lei 1.152 \u00e9 emancipada de Os\u00f3rio (certid\u00e3o de nascimento mon\u00e1rquica). Passa da condi\u00e7\u00e3o de freguesia para a de vila. Em 1887 Torres \u00e9 \u201crebaixada\u201d e novamente reanexada ao \u201cmunic\u00edpio-m\u00e3e\u201d. Apenas em 22 de novembro de 1890 (ato 62), voltamos a condi\u00e7\u00e3o de vila (certid\u00e3o de nascimento republicana).<\/p>\n<p><strong>7 de Setembro de 1884 &#8211;<\/strong> O conselho municipal (C\u00e2mara de Vereadores da \u00e9poca, que tamb\u00e9m exercia fun\u00e7\u00f5es executivas) deliberou finda a escravid\u00e3o negra em nosso munic\u00edpio. Com tudo, esta aboli\u00e7\u00e3o parece ter sido mais um ato de fisiologismo do que uma a\u00e7\u00e3o realmente comprometida.<\/p>\n<p><strong>Per\u00edodo entre o Primeiro Imp\u00e9rio e o Estado Novo &#8211;<\/strong> S\u00e3o apresentados v\u00e1rios projetos relativos \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de um grande porto mar\u00edtimo em Torres. Por raz\u00f5es \u201cpol\u00edticas\u201d e n\u00e3o meramente t\u00e9cnicas, todos s\u00e3o abandonados.<\/p>\n<p><strong>D\u00e9cada de 1890 &#8211;<\/strong> Vindos de mun\u00edpios serranos, e estabelecendo-se na localidade de Morro Azul, decendentes dos primeiros imigrantes italianos a firmarem ra\u00edzes no Estado do Rio Grande do Sul, foram ascentados em nosso munic\u00edpio.<\/p>\n<p><strong>REVOLU\u00c7\u00c3O FEDERALISTA<\/strong><br \/>\n<strong>1893 &#8211; 1895 &#8211; <\/strong>Na insana e fratricida Revolu\u00e7\u00e3o Federalista (oficiosamente ocorrida entre 1893 e 1895), v\u00e1rios foram os eventos locais que mancharam de sangue e decapita\u00e7\u00f5es o solo do nosso outrora pequeno para\u00edso terrestre. A pacata rotina torrense foi t\u00e3o alterada no per\u00edodo, que s\u00f3 em um evento da beliger\u00e2ncia, entre 1893 e 1894, um contingente de aproximadamente 2000 soldados acampou em nossa humilde vila (representevam os \u201cLegalistas\u201d ou \u201cRepublicanos\u201d).<\/p>\n<p><strong>Coloca\u00e7\u00e3o do sino da igreja (1898)<\/p>\n<p>Instalado o primeiro farol em Torres (1912)<\/strong><\/p>\n<p><strong>1915 &#8211;<\/strong> O empreendimento conhecido como Balne\u00e1rio Picoral \u00e9 inaugurado. A atividade tur\u00edstica tem um grande avan\u00e7o em nossa cidade.<\/p>\n<p><strong>Virada do s\u00e9culo XIX para o XX &#8211;<\/strong> \u201cDescoberta\u201d da \u201cBalneoterapia\u201d; \u2013 V\u00e1rias pesquisas arqueol\u00f3gicas s\u00e3o realizadas por renomados cientistas e naturalistas (Roquete Pinto, Ant\u00f4nio Serrano); \u2013 A primeira esta\u00e7\u00e3o meteorol\u00f3gica (Gaiuta) \u00e9 instalada em Torres.<\/p>\n<p><strong>ERA PACHECO &#8211; In\u00edcio do s\u00e9culo XX &#8211;<\/strong> Surge a figura do Coronel Pacheco (Jo\u00e3o Pacheco de Freitas) por um quarto de s\u00e9culo ser\u00e1 o maior expoente da pol\u00edtica local (Partido Republicano).<\/p>\n<p><strong>PRIMEIRO ACIDENTE A\u00c9REO &#8211; 1923 \u2013 1930 &#8211;<\/strong> O hidroavi\u00e3o (Prefixo P-BAFA) protagoniza o primeiro acidente a\u00e9reo do Rio Grande do Sul, ocorrido no Rio Mampituba. Neste per\u00edodo revolucion\u00e1rio, por sua posi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, em termos geogr\u00e1ficos, Torres assume papel relevante.<\/p>\n<p><strong>Funda\u00e7\u00e3o da SAPT (1936) &#8211;<\/strong> Governo do Estado come\u00e7a o processo de desapropria\u00e7\u00f5es que dar\u00e1 origem ao Parque Estadual da Guarita.<\/p>\n<p><strong>In\u00edcio da d\u00e9cada de 1950<\/strong><\/p>\n<p><strong>Fixa\u00e7\u00e3o da Barra do Rio Mampituba. (1967 &#8211; 1973)<br \/>\nCria\u00e7\u00e3o do Parque Estadual da Guarita. (1975)<br \/>\nCria\u00e7\u00e3o da Reserva Ecol\u00f3gica Federal da Ilha dos Lobos. (1983)<br \/>\nTombamento da Igreja Matriz S\u00e3o Domingos. (1983)<br \/>\nNova Ponte P\u00eansil. (1985)<br \/>\nCria\u00e7\u00e3o do Parque Estadual da Itapeva. (2002)<br \/>\nT\u00e9rmino do restauro da Igreja Matriz S\u00e3o Domingos. (2017)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>CONTATO<\/strong><\/h4>\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>Telefone:<\/strong> (51) 3626-9150<br \/>\n<strong>Atendimento por Whatsapp:<\/strong> (51) 3626-9150<\/p>\n<p><strong>Hor\u00e1rios de atendimento, Excepcionalmente durante a pandemia de COVID-19:<\/strong><br \/>\nAtendimento por telefone das 13:00 \u00e0s 18:00<br \/>\nAtendimento presencial das 13:00 \u00e0s 15:00<\/p>\n<p><strong>Endere\u00e7o:<\/strong> R. Jos\u00e9 Ant\u00f4nio Picoral, 79 &#8211; Centro &#8211; CEP: 95560-000<\/p>\n<p><iframe loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d6956.073481461668!2d-49.72574!3d-29.339919!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x0%3A0xdfd66bd2f6af2943!2sPrefeitura%20Municipal%20de%20Torres!5e0!3m2!1spt-BR!2sus!4v1607303427440!5m2!1spt-BR!2sus\" width=\"1200\" height=\"500\" frameborder=\"0\" style=\"border:0;\" allowfullscreen=\"\" aria-hidden=\"false\" tabindex=\"0\"><\/iframe><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>FONTE <\/strong>SITE OFICIAL PREFEITURA DE TORRES\/RS. Dispon\u00edvel em https:\/\/torres.rs.gov.br\/ Acesso em 01 de dezembro de 2020.<br \/>\n<strong>Fotos por:<\/strong> Prefeitura de Torres\/RS<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>Gostaria de fazer juntar-se a n\u00f3s?<br \/>\nTodos que tiverem interesse em juntar-se a n\u00f3s, direta ou diretamente, ser\u00e3o bem vindos.<br \/>\nEntre em contato <a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/contato\/\">(CLICANDO AQUI!)<\/a><\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PREFEITURA DE TORRES\/RS LINHA DO TEMPO TRI\u00c1SSICO &#8211; (248 \u2013 206 milh\u00f5es de anos) O supercontinente Pangea (Pan = todo, gea = terra) come\u00e7a a se<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":22913,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[1519],"tags":[68,70,1520,1521,1065],"class_list":["post-22911","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-prefeitura-de-torres-rs","tag-beautiful-brazil","tag-beautifulbrazil","tag-prefeitura-de-torres","tag-rio-grande-do-sul","tag-turismo"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22911","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=22911"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22911\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":22914,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/22911\/revisions\/22914"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/22913"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=22911"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=22911"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=22911"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}