{"id":11430,"date":"2020-04-03T10:45:46","date_gmt":"2020-04-03T13:45:46","guid":{"rendered":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/?p=11430"},"modified":"2020-07-10T17:52:12","modified_gmt":"2020-07-10T20:52:12","slug":"se-os-oceanos-morrem-nos-morremos-qual-o-ritmo-de-mudancas-no-oceano-devido-o-acumulo-de-impactos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/se-os-oceanos-morrem-nos-morremos-qual-o-ritmo-de-mudancas-no-oceano-devido-o-acumulo-de-impactos\/","title":{"rendered":"Se os oceanos morrem, n\u00f3s morremos: qual o ritmo de mudan\u00e7as no oceano devido ao ac\u00famulo de impactos?"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>SE OS OCEANOS MORREM, N\u00d3S MORREMOS: QUAL O RITMO DE MUDAN\u00c7AS NO OCEANO DEVIDO AO AC\u00daMULO DE IMPACTOS?<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>Autores:<\/strong> Mariana P. Haueisen; Raphaela P. Duarte; Thais R. Semprebom e Douglas F. Peir\u00f3<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Em fevereiro deste ano foi publicado um artigo na <em>Scientific Reports<\/em>, da <em>Nature<\/em>, sobre a mudan\u00e7a recente no ritmo dos impactos antr\u00f3picos no oceano. Esse estudo foi realizado por pesquisadores da Universidade da Calif\u00f3rnia e da Universidade de Stanford. O estudo revelou que <strong>impactos resultantes de atividades antr\u00f3picas t\u00eam causado grandes mudan\u00e7as no oceano<\/strong>, como a degrada\u00e7\u00e3o ou at\u00e9 mesmo colapso de ecossistemas. Est\u00e1 havendo o decl\u00ednio de popula\u00e7\u00f5es de diversas esp\u00e9cies marinhas devido a estresses causados por atividades humanas. A partir disso, os pesquisadores afirmam ser emergencial o entendimento desses impactos, quais s\u00e3o, como acontecem, qu\u00e3o r\u00e1pidas s\u00e3o suas consequ\u00eancias e quais as mudan\u00e7as que ocorrem devido \u00e0 acumula\u00e7\u00e3o desses impactos. S<strong>e os oceanos morrem, todo o planeta entra em desequil\u00edbrio de ecossistemas, o que \u00e9 prejudicial para toda as esp\u00e9cies vivas, incluindo a humana.<\/strong><\/p>\n<p>Os impactos humanos cumulativos s\u00e3o impactos resultantes de uma a\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica que se soma a a\u00e7\u00f5es do passado, presente e futuro. Assim, se acumulam no tempo e no espa\u00e7o. Essa combina\u00e7\u00e3o de efeitos resulta em um ou diversos impactos, podendo causar uma grande degrada\u00e7\u00e3o ambiental com o passar do tempo. Para obter o ritmo de mudan\u00e7as causadas pelos impactos humanos cumulativos, os pesquisadores calcularam e mapearam o impacto cumulativo de 14 estressores ambientais advindos de atividades humanas (incluindo mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, pesca, press\u00f5es vindas do uso da terra e outras atividades comerciais) em 21 ecossistemas marinhos diferentes ao redor do planeta, de 2003 a 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>ONDE FORAM OS AUMENTOS?<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Os resultados da pesquisa mostram que os <strong>impactos cumulativos no oceano aumentaram significativamente<\/strong> &#8211; mais da metade (59%) &#8211; nesses 11 anos, sendo que s\u00f3 decresceram em 5% do oceano como um todo. Nesse ritmo, regi\u00f5es que apresentam altas taxas de impactos humanos cumulativos, provavelmente, ter\u00e3o os impactos dobrados em 10 anos.<\/p>\n<p>Mapa mundi da mudan\u00e7a dos impactos humanos cumulativos no oceano de 2003 a 2013. H\u00e1 uma escala num\u00e9rica representada por cores no mapa, que varia de cores frias a cores quentes. Quanto mais quente as cores representadas nas localidades, maior a mudan\u00e7a dos impactos humanos cumulativos. Essas cores s\u00e3o maiores nos oceanos Atl\u00e2ntico Equatorial, \u00cdndico e Pac\u00edfico Subequatorial.<\/p>\n<p>Os maiores aumentos dos impactos humanos cumulativos ocorreram em 3,6% do oceano: Mar Negro, Oceano Atl\u00e2ntico tropical, noroeste temperado do Oceano Pac\u00edfico e regi\u00f5es subtropicais dos Oceanos \u00cdndico, Atl\u00e2ntico e Pac\u00edfico. Mapa mundi dos impactos humanos cumulativos no oceano. H\u00e1 uma escala num\u00e9rica representada por cores no mapa, que varia de cores frias a cores quentes. Quanto mais quente as cores representadas nas localidades, maior a mudan\u00e7a dos impactos humanos cumulativos. Essas cores s\u00e3o maiores no Oceano Atl\u00e2ntico, regi\u00f5es tropicais do Oceano Pac\u00edfico e cores mais frias s\u00e3o maiores no Oceano Pac\u00edfico Tropical.<\/p>\n<p>Locais onde ocorre um crescimento mais r\u00e1pido dos impactos humanos cumulativos s\u00e3o os mesmos que apresentam maiores valores absolutos desses impactos (Mar Negro, noroeste do Mar Mediterr\u00e2neo, litoral nordeste do Canad\u00e1, sul do Oceano Atl\u00e2ntico e sudoeste da Austr\u00e1lia). <strong>S\u00e3o as regi\u00f5es de maior probabilidade de colapso nos ecossistemas marinhos, como j\u00e1 acontece no Mar Negro.<\/strong><\/p>\n<p>Regi\u00f5es com alto impacto humano cumulativo, mas que t\u00eam a taxa de mudan\u00e7a decrescendo, est\u00e3o localizadas em latitudes mais ao norte do Oceano Atl\u00e2ntico. <strong>\u00c1reas com baixo impacto humano cumulativo<\/strong> que tamb\u00e9m t\u00eam a taxa de mudan\u00e7a decrescendo (Oceano Pac\u00edfico central, Oceano Ant\u00e1rtico e partes do Oceano \u00c1rtico Russo), <strong>podem ser regi\u00f5es de extrema relev\u00e2ncia por poderem desenvolver papel de ref\u00fagio para esp\u00e9cies marinhas no futuro.<\/strong><\/p>\n<p>Em padr\u00f5es globais, 85% da costa de 220 pa\u00edses e territ\u00f3rios t\u00eam uma m\u00e9dia de aumento das taxas de impactos humanos cumulativos, sendo que 10% apresentam uma grande rapidez no ritmo dessas mudan\u00e7as. Os maiores aumentos ocorreram em ilhas do Caribe e latitudes m\u00e9dias do Oceano \u00cdndico, sendo que a Ilha da Reuni\u00e3o (R\u00e9union) &#8211; departamento franc\u00eas localizado no Oceano \u00cdndico &#8211; tem o aumento mais r\u00e1pido do ritmo de impactos humanos cumulativos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>ESCALAS GLOBAL E LOCAIS<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>Estressores de mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, no geral, aumentaram rapidamente, sendo os principais precursores das mudan\u00e7as dos impactos humanos cumulativos no oceano em escala global e local.<\/strong> Em escala global, a maior ocorr\u00eancia de eventos relacionados com a frequ\u00eancia da temperatura superf\u00edcie do mar anormalmente alta representam cerca de 75% do aumento dos impactos humanos cumulativos observados. A acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos \u00e9 o segundo fator de impacto de mais r\u00e1pido crescimento, o que explica o avan\u00e7o de 16% do aumento dos impactos humanos cumulativos.<br \/>\nEm escalas locais, pr\u00f3ximo \u00e0 costa, a maior frequ\u00eancia de eventos que envolvem a temperatura da superf\u00edcie do mar representam 40% do aumento dos impactos humanos cumulativos, e aumento do n\u00edvel do mar representa 41% desse avan\u00e7o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>ATIVIDADES ANTR\u00d3PICAS QUE CAUSARAM ESSAS MUDAN\u00c7AS<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>No Hemisf\u00e9rio Sul, o aumento da temperatura da superf\u00edcie do mar \u00e9 a principal explica\u00e7\u00e3o do avan\u00e7o dos impactos humanos cumulativos. Os fatores clim\u00e1ticos de impacto cumulativo provavelmente aumentar\u00e3o por pelo menos algumas d\u00e9cadas, potencialmente em ritmo acelerado, acrescentando mais <strong>urg\u00eancia \u00e0 necessidade de abordar mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e suas press\u00f5es associadas aos ecossistemas oce\u00e2nicos.<\/strong> Nas \u00e1reas costeiras, o aumento da temperatura da superf\u00edcie e do n\u00edvel do mar explica cerca de 80% do ritmo de mudan\u00e7a nas tend\u00eancias gerais dos impactos humanos acumulados. Contudo, outros estressores tamb\u00e9m desempenham um papel importante na condu\u00e7\u00e3o do ritmo de mudan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>Um aumento significativo das press\u00f5es ambientais \u00e9 alarmante. <\/strong>Al\u00e9m do aumento da temperatura e da superf\u00edcie do mar, outros estressores, que geralmente funcionam nas escalas locais, est\u00e3o aumentando significativamente em grande parte do mundo. Al\u00e9m disso, o gerenciamento atual nessas escalas \u00e9 pouco para diminuir o ritmo de mudan\u00e7as crescentes. Embora as polui\u00e7\u00f5es qu\u00edmica e de nutrientes org\u00e2nicos causadas pelo uso da terra pare\u00e7am ter diminu\u00eddo, contribuindo com o decl\u00ednio desses impactos,<strong> a maioria dos pa\u00edses apresentou taxas crescentes de acidifica\u00e7\u00e3o do oceano, transporte mar\u00edtimo, polui\u00e7\u00e3o luminosa e impactos humanos diretos.<\/strong><\/p>\n<p>As press\u00f5es totais de pesca diminu\u00edram em muitos pa\u00edses, com 53% deles sofrendo decl\u00ednio em 3 ou mais das 5 categorias de press\u00f5es da pesca comercial. Quedas particularmente grandes foram observadas em Cingapura, Eslov\u00eania e Cor\u00e9ia do Sul. <strong>Os ecossistemas costeiros<\/strong>, em particular os recifes de coral e manguezais, <strong>tiveram o ritmo mais r\u00e1pido de aumento dos impactos humanos cumulativos<\/strong>, al\u00e9m de apresentarem o maior valor absoluto m\u00e9dio desses impactos. Esses ecossistemas costeiros, geralmente com menor extens\u00e3o espacial, s\u00e3o os mais vulner\u00e1veis \u200b\u200bao impacto humano em compara\u00e7\u00e3o com os tipos de ecossistemas mais profundos, uma vez que est\u00e3o mais acess\u00edveis \u00e0s atividades humanas. Mesmo para ecossistemas costeiros, os impactos de estressores clim\u00e1ticos foram determinantes para a mudan\u00e7a dos impactos humanos cumulativos, embora as press\u00f5es terrestres e o transporte mar\u00edtimo tamb\u00e9m aumentassem essas taxas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>MITIGA\u00c7\u00c3O CLIM\u00c1TICA: UMA ALTERNATIVA?<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>Mapear o ritmo da mudan\u00e7a nos impactos humanos cumulativos no oceano fornece uma novidade fundamental para a compreens\u00e3o dos riscos atuais e potenciais riscos futuros dos ecossistemas marinhos e da biodiversidade.<\/strong> A grande maioria do oceano est\u00e1 experimentando impactos significativos de v\u00e1rios estressores advindos de atividades humanas. Se as trajet\u00f3rias atuais de mudan\u00e7a persistirem, o impacto humano cumulativo global no oceano ser\u00e1 profundo e pode deixar muitas regi\u00f5es oce\u00e2nicas para al\u00e9m de pontos cr\u00edticos da sustentabilidade rapidamente.<\/p>\n<p>Os resultados da pesquisa indicam que <strong>a mitiga\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica teria um grande impacto positivo sobre as condi\u00e7\u00f5es dos ecossistemas marinhos e retardaria ou interromperia significativamente as tend\u00eancias dos impactos humanos cumulativos em vastas \u00e1reas do oceano.<\/strong> Apesar de agora conhecermos as taxas das mudan\u00e7as dos impactos humanos cumulativos nos oceanos, devemos pensar: <strong>at\u00e9 quando esses ecossistemas marinhos podem suportar mais mudan\u00e7as?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n\n\t\t\t<style type='text\/css'>\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 {\n\t\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\t\twidth: 19.99%;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 img {\n\t\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t\/* see sc_gallery() in functions\/theme-shortcodes.php *\/\n\t\t\t<\/style>\n\t\t<div id='sc_gallery-1' class='gallery galleryid-11430 gallery-columns-5 gallery-size-medium file'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"218\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87-300x218.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87-300x218.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87-201x146.png 201w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87-50x36.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87-103x75.png 103w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-87.png 724w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tOs oceanos v\u00eam sofrendo muita interfer\u00eancia antr\u00f3pica. Fonte: PixaBay.\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"161\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72-300x161.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72-300x161.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72-260x140.png 260w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72-50x27.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72-139x75.png 139w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-72.png 703w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tMudan\u00e7a dos impactos humanos cumulativos no oceano de 2003 a 2013. Fonte: HALPERN et al., 2019 (CC-BY-4.0).\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"162\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70-300x162.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70-300x162.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70-260x141.png 260w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70-50x27.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70-139x75.png 139w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-70.png 724w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tImpactos humanos cumulativos no oceano. Fonte: HALPERN et al., 2019 (CC-BY-4.0).\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"218\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63-300x218.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63-300x218.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63-201x146.png 201w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63-50x36.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63-103x75.png 103w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/4-63.png 725w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tO Mar Negro apresentou altos valores absolutos de impactos humanos cumulativos, al\u00e9m de crescimento dos mesmos. \u00c9 uma regi\u00e3o de colapso dos ecossistemas marinhos. Fonte: NASA\/Wikimedia Commons (Dom\u00ednio p\u00fablico).\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"194\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56-300x194.png\" class=\"attachment-medium size-medium\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56-300x194.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56-226x146.png 226w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56-50x32.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56-116x75.png 116w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/5-56.png 666w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tTaxa de crescimento dos impactos humanos cumulativos no oceano. Fonte: HALPERN et al., 2019 (CC-BY-4.0).\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t\t<\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _1iXso _7G6-i tFDi5\">HALPERN, Benjamin S. et al. Recent pace of change in human impact on the world\u2019s ocean. <strong>Scientific Reports<\/strong>, v. 9, n. 1, p. 1-8, 2019. Dispon\u00edvel em: &lt;https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41598-019-47201-9&gt;. Acesso em: 15 de setembro de 2019.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>FONTE <\/strong>SITE OFICIAL BI\u00d3ICOS. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/www.bioicos.com.br\/&gt; Acesso dia 30 de mar\u00e7o de 2020.<br \/>\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es, Not\u00edcias e Fotos por:<\/strong> Instituto de Biologia Marinha Bi\u00f3icos<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/artigos\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/BOT\u00c3O-DE-VOLTAR-300x99.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"25\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-14788\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<h6><strong>Gostaria de juntar-se a Beautiful Brazil e ajudar a divulgar as belezas de nosso pais?<br \/>\nEntre em contato <a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/contato\/\">(CLICANDO AQUI!)<\/a><\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>SE OS OCEANOS MORREM, N\u00d3S MORREMOS: QUAL O RITMO DE MUDAN\u00c7AS NO OCEANO DEVIDO AO AC\u00daMULO DE IMPACTOS? Autores: Mariana P. Haueisen; Raphaela P. 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