{"id":11421,"date":"2020-04-03T10:27:18","date_gmt":"2020-04-03T13:27:18","guid":{"rendered":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/?p=11421"},"modified":"2020-07-09T23:21:05","modified_gmt":"2020-07-10T02:21:05","slug":"o-que-escondem-os-oceanos-mitos-medos-curiosidades-e-fatos-sobre-o-maior-ecossistema-do-planeta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/o-que-escondem-os-oceanos-mitos-medos-curiosidades-e-fatos-sobre-o-maior-ecossistema-do-planeta\/","title":{"rendered":"O que escondem os oceanos? Mitos, medos, curiosidades e fatos sobre o maior ecossistema do planeta"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>O QUE ESCONDEM OS OCEANOS? MITOS, MEDOS, CURIOSIDADES E FATOS SOBRE O MAIOR ECOSSISTEMA DO PLANETA<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>Autor:<\/strong> Humberto Freitas de Medeiros Fortunato<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Imagem com vista para o Oceano Atl\u00e2ntico na parte inferior com pequenas ondas e na parte superior o c\u00e9u azul com nuvens brancas. Desde as hist\u00f3rias mitol\u00f3gicas gregas at\u00e9 as descobertas cient\u00edficas mais recentes, como a exist\u00eancia de grandes dep\u00f3sitos de \u00e1gua doce abaixo dos oceanos, que podem servir como uma futura fonte de \u00e1gua pot\u00e1vel, tudo o que se refere ao mar parece grandioso, fantasioso, e at\u00e9 mesmo aterrorizante. Fato \u00e9 que, at\u00e9 hoje, menos de 10% dos nossos oceanos s\u00e3o conhecidos em detalhe pelos cientistas, sendo <strong>o solo da Lua mais conhecido do que o fundo marinho.<\/strong><\/p>\n<p>Oceano vem do grego <em>Okean\u00f3s<\/em>, que na mitologia grega era um tit\u00e3 que personificava o envolvimento de um rio universal que se estende por todo o planeta, com poder de fonte e origem de toda a vida. Hoje, sabemos que cerca de 70% da superf\u00edcie terrestre \u00e9 coberta por \u00e1gua, o que corresponde a mais de 97% de toda a \u00e1gua da Terra! A classifica\u00e7\u00e3o de oceanos, mares, golfos, ba\u00edas, entre outros, est\u00e1 diretamente relacionada com a proximidade destes aos continentes, a profundidade, a extens\u00e3o, entre outras caracter\u00edsticas f\u00edsico-qu\u00edmicas. Al\u00e9m de \u201cgigante pela pr\u00f3pria natureza\u201d, os oceanos s\u00e3o o ber\u00e7o da vida na Terra e os principais respons\u00e1veis pela sua manuten\u00e7\u00e3o. A partir de uma colabora\u00e7\u00e3o cient\u00edfica mundial, provou-se que <strong>o ecossistema marinho abarca a maior diversidade de esp\u00e9cies do planeta<\/strong> (cerca de 220 mil). Mais surpreendente ainda \u00e9 que o n\u00famero de esp\u00e9cies desconhecidas pode ser 10 vezes maior! Exemplos exuberantes de vida marinha s\u00e3o os microsc\u00f3picos fitopl\u00e2ncton, os coloridos corais, os temidos tubar\u00f5es e as gigantes baleias. Por\u00e9m, <strong>toda essa vida est\u00e1 amea\u00e7ada diante das atividades predat\u00f3rias e inconsequentes de uma \u00fanica esp\u00e9cie, o ser humano<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>QUAIS S\u00c3O OS MEDOS E AS CURIOSIDADES SOBRE O MAR?<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Esta pergunta foi feita para colegas cientistas e leigos com o objetivo de aproximar o p\u00fablico geral do objeto de estudo, o mar. Ap\u00f3s um filtro, respostas referentes ao medo do desconhecido, o medo de ser atacado por algum animal, a curiosidade sobre a diversidade de esp\u00e9cies, formas e tamanhos e a preocupa\u00e7\u00e3o com a polui\u00e7\u00e3o ganharam destaque.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>O MEDO DO DESCONHECIDO<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>O medo do desconhecido, de sofrer um ataque ou ser envenenado por um organismo marinho foi o primeiro coment\u00e1rio sobre o mar.<\/strong> Este medo \u00e9 compreens\u00edvel, devido ao baixo conhecimento que temos acerca da vida marinha, adicionado ao alarmismo jornal\u00edstico referente aos \u201cperigos\u201d do mar. A verdade \u00e9 que grande parte destes ocorridos s\u00e3o acidentes casuais. Um relat\u00f3rio desenvolvido pelo Arquivo Internacional de Ataques de Tubar\u00f5es apontou que devem ocorrer entre 70 e 100 casos de ataques de tubar\u00e3o por ano em todo o mundo e que este n\u00famero \u00e9 quase cinco vezes menor do que os ataques de cachorros aos humanos. Al\u00e9m disso, o n\u00famero de banhistas e os tipos de uso do mar s\u00f3 aumentam, enquanto que os habitats marinhos diminuem. Assim sendo, o aumento no n\u00famero de ataques decorre da diminui\u00e7\u00e3o do habitat dos animais, por uma quest\u00e3o de defesa ou pela confus\u00e3o quanto ao tipo de presa. Portanto, tubar\u00f5es n\u00e3o predam, n\u00e3o se alimentam de humanos. Os tr\u00e1gicos ataques s\u00e3o meramente acidentais.<\/p>\n<p>Estima-se, tamb\u00e9m, que <strong>20% das 90 esp\u00e9cies de tubar\u00f5es que ocorrem no litoral brasileiro estejam amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o<\/strong>. Se os dados forem similares ao redor do mundo, isso pode gerar uma crise ecol\u00f3gica e comercial em escala global, pois os tubar\u00f5es comp\u00f5em o topo da cadeia alimentar, mantendo o equil\u00edbrio de diversas popula\u00e7\u00f5es marinhas, inclusive as utilizadas na pesca.<\/p>\n<p><strong>Invertebrados marinhos tamb\u00e9m s\u00e3o comumente vistos como amea\u00e7as \u00e0 sa\u00fade humana<\/strong>.<br \/>\nO risco aos humanos pode ser evitado ou diminu\u00eddo utilizando cal\u00e7ado apropriado nos cost\u00f5es rochosos para evitar corte por corais, equinodermos e moluscos. Grande parte dos organismos s\u00e9sseis ou sedent\u00e1rios (aqueles que ficam fixos ou se movem pouco nas rochas e na areia) possui uma estrutura corporal dura, para impedir a perda de \u00e1gua, e capacidade de produzir toxinas que funcionam como defesa contra predadores e tamb\u00e9m competidores. Portanto, <strong>a melhor forma de prevenir qualquer acidente no ambiente marinho \u00e9 ter aten\u00e7\u00e3o e n\u00e3o manusear os organismos<\/strong>.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>A DIVERSIDADE MARINHA<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>O segundo fato a chamar aten\u00e7\u00e3o dos humanos \u00e9 a <strong>alta diversidade de esp\u00e9cies distribu\u00eddas no mar.<\/strong> A gama de diversidade de esp\u00e9cies, formas e tamanhos nos oceanos est\u00e1 diretamente relacionada ao fato deste ambiente ter sido o ber\u00e7o da vida no planeta, h\u00e1 3,8 bilh\u00f5es de anos. Segundo registros f\u00f3sseis, os animais mais antigos ainda existentes s\u00e3o as esponjas marinhas (Filo Porifera), datadas com 650 milh\u00f5es de anos. O segundo fator primordial para a alta diversidade de formas e tamanhos das esp\u00e9cies se refere \u00e0 heterogeneidade de habitats marinhos, sendo temperatura, disponibilidade de luz, hidro dinamismo e tipo de substrato fatores estruturadores sobre as esp\u00e9cies.<\/p>\n<p>H\u00e1 uma impress\u00e3o de que os organismos marinhos s\u00e3o muito grandes. Entretanto, a maioria das esp\u00e9cies marinhas possui tamanhos relativos aos dos seus parentes pr\u00f3ximos terrestres. A grande exce\u00e7\u00e3o \u00e9 com rela\u00e7\u00e3o aos mam\u00edferos marinhos. Historicamente, acreditava-se que viver na \u00e1gua facilitaria o crescimento devido \u00e0 menor press\u00e3o da gravidade, por exemplo. Por\u00e9m, um estudo recente comparou a massa de milhares de esp\u00e9cies de mam\u00edferos vivos e f\u00f3sseis e indicou que a massa ideal para um indiv\u00edduo \u00e9 de aproximadamente 500 kg. Ou seja, \u00e9 bom ser grande no mar, mas n\u00e3o t\u00e3o grande<\/a>. O estudo aponta que este tamanho e massa s\u00e3o necess\u00e1rios para minimizar a perda de calor e necessidade de buscar alimento. Por outro lado, organismos microsc\u00f3picos tamb\u00e9m s\u00e3o abundantes e extremamente importantes para a sa\u00fade do planeta. Dentro deste grupo de organismos se encontra o fitopl\u00e2ncton, pequenas algas que s\u00e3o os principais produtores de oxig\u00eanio do mundo. <strong>A cada duas respira\u00e7\u00f5es dadas por um indiv\u00edduo, uma delas \u00e9 gra\u00e7as ao fitopl\u00e2ncton!<\/strong><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h5><strong>A POLUI\u00c7\u00c3O AMBIENTAL E OS SEUS EFEITOS<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>O terceiro ponto levantado est\u00e1 relacionado \u00e0 polui\u00e7\u00e3o e como esta pode afetar os oceanos e a n\u00f3s<\/strong>. O primeiro ponto a ser levado em considera\u00e7\u00e3o \u00e9 de que a Terra passa por ciclos adversos h\u00e1 bilh\u00f5es de anos e a natureza se transforma. A partir disso, as esp\u00e9cies se adaptam e permanecem vivas ou se extinguem. O ponto chave \u00e9 que nos \u00faltimos 100 anos a esp\u00e9cie humana tem acelerado as mudan\u00e7as no ambiente, causando malef\u00edcios em escala global e, em alguns casos, irrevers\u00edveis. Por\u00e9m, a natureza j\u00e1 deu provas de que pode se reestruturar ao longo do tempo. J\u00e1 o ser humano est\u00e1 fadado a desaparecer.<\/p>\n<p>Dois tipos de polui\u00e7\u00e3o est\u00e3o em voga: as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas referentes \u00e0 emiss\u00e3o excessiva de gases do efeito estufa e os pl\u00e1sticos nos oceanos. Os dois tipos de polui\u00e7\u00e3o s\u00e3o extremamente agressivos ao planeta e devem ser tratados com a mesma sensibilidade e responsabilidade. A produ\u00e7\u00e3o e o despejo de gases e pl\u00e1sticos precisam ser drasticamente minimizados. Enquanto a emiss\u00e3o dos gases aumenta a temperatura e acidez no mar, causando a morte de diversas esp\u00e9cies, j\u00e1 se sabe que <strong>daqui a 20 anos haver\u00e1 mais pl\u00e1stico do que peixes nos oceanos<\/strong>. Os gases e grande parte do lixo que chegam ao mar produzem toxinas que entram na cadeia alimentar e atingem o ser humano. Assim, o n\u00e3o tratamento do esgoto, o despejo inapropriado, o excesso de material produzido sempre cai no mar e retorna, como doen\u00e7a, para o ser humano.<\/p>\n<p>Diante das informa\u00e7\u00f5es acima, tr\u00eas conclus\u00f5es podem ser tomadas: 1) o oceano ainda \u00e9 o maior enigma da Terra, 2) a natureza e as esp\u00e9cies se adaptam \u00e0s mudan\u00e7as no planeta, 3) se n\u00e3o mudarmos os nossos h\u00e1bitos hoje, a nossa esp\u00e9cie n\u00e3o persistir\u00e1 por muito tempo. Por mais melanc\u00f3lica que a mensagem possa parecer, <strong>ainda h\u00e1 tempo de modificar nossa atitude e usufruir deste mundo de possibilidades, de aventuras e de conhecimento que s\u00e3o os oceanos<\/strong>.<\/p>\n\n\t\t\t<style type='text\/css'>\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 {\n\t\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\t\twidth: 33.33%;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 img {\n\t\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t\/* see sc_gallery() in functions\/theme-shortcodes.php *\/\n\t\t\t<\/style>\n\t\t<div id='sc_gallery-1' class='gallery galleryid-11421 gallery-columns-3 gallery-size-full file'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"613\" height=\"615\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86.png\" class=\"attachment-full size-full\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86.png 613w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-300x300.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-150x150.png 150w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-146x146.png 146w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-50x50.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-75x75.png 75w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-85x85.png 85w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-86-80x80.png 80w\" sizes=\"auto, (max-width: 613px) 100vw, 613px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tFotografia tirada em alto mar, nos parrachos de Maracaja\u00fa, Rio Grande do Norte. O registro foi realizado em abril de 2016 durante uma expedi\u00e7\u00e3o para o estudo da diversidade de esponjas marinhas (TAXPOmol Biodescoberta). Foto: Humberto Fortunato \u00a9, 2016.\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"395\" height=\"343\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71.png\" class=\"attachment-full size-full\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71.png 395w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71-300x261.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71-168x146.png 168w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71-50x43.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-71-86x75.png 86w\" sizes=\"auto, (max-width: 395px) 100vw, 395px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tExemplifica\u00e7\u00e3o da diversidade marinha, desde os microorganismos at\u00e9 os gigantes dos mares. A) Fotografias feitas em microsc\u00f3pio \u00f3tico para exemplificar diferentes esp\u00e9cies constituintes do fitopl\u00e2ncton e do zoopl\u00e2ncton. Da esquerda para direita, de cima para baixo observa-se uma diatom\u00e1cea c\u00eantrica multipolar, um cocolitofor\u00eddeo, uma diatom\u00e1cea do g\u00eanero Triceratium e um zoopl\u00e2ncton ciliado da ordem Tintinnida. B) Um exemplar in situ do coral invasor Tubastraea tagusensis no litoral do estado do Rio de Janeiro com os seus tent\u00e1culos amarelos (designa\u00e7\u00e3o do nome popular coral-sol) abertos utilizados para alimenta\u00e7\u00e3o. C) Um tubar\u00e3o lim\u00e3o Negaprion brevirostris nas \u00e1guas quentes do Arquip\u00e9lago de Fernando de Noronha nadando pr\u00f3ximo ao leito marinho repleto de algas calc\u00e1rias e invertebrados s\u00e9sseis e sedent\u00e1rios e D) um representante de baleia franca Eubalaena australis fazendo um salto exuberante na \u00e1guas geladas da Patag\u00f4nia argentina. Fotos: Humberto Fortunato \u00a9.\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"527\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69.png\" class=\"attachment-full size-full\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69.png 724w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69-300x218.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69-201x146.png 201w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69-50x36.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-69-103x75.png 103w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\t\u00c0 esquerda, um exemplar de por\u00edfero, a esponja barril Xestospongia muta, com mais de 1,5 m de altura. \u00c0 direita, o \u00e1trio servindo de resid\u00eancia para diversas esp\u00e9cies animais. As fotografias foram tiradas nos recifes de coral da regi\u00e3o Sudoeste da ilha da Martinica, no Mar do Caribe. Fotos: Humberto Fortunato \u00a9.\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t\t<\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">Costello MJ, Coll M, Danovaro R, Halpin P, Ojaveer H, Miloslavich P (2010) A census of marine biodiversity knowledge, resources, and future challenges. PLoS ONE 5. DOI: e12110. doi:10.1371\/journal.pone.0012110<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">Gearty W, McClain CR, Payne JL (2018) Energetic trade-offs control the size distribution of aquatic mammals. Proceedings of the National Academy of Science of the United States of America 115:4194-4199. DOI: 10.1073\/pnas.1712629115<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">Gustafson C, Key K, Evans RL (2019) Aquifer systems extending far offshore on the U.S. Atlantic margin. Scientific Reports 9. DOI: 10.1038\/s41598-019-44611-7<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">Haddad-Junior V (2008) Animais aqu\u00e1ticos potencialmente perigosos do Brasil: Guia m\u00e9dico e biol\u00f3gico. Editora Roca, S\u00e3o Paulo, 288 p.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>FONTE <\/strong>SITE OFICIAL BI\u00d3ICOS. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/www.bioicos.com.br\/&gt; Acesso dia 30 de mar\u00e7o de 2020.<br \/>\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es, Not\u00edcias e Fotos por:<\/strong> Instituto de Biologia Marinha Bi\u00f3icos<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/artigos\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/BOT\u00c3O-DE-VOLTAR-300x99.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"25\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-14788\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<h6><strong>Gostaria de juntar-se a Beautiful Brazil e ajudar a divulgar as belezas de nosso pais?<br \/>\nEntre em contato <a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/contato\/\">(CLICANDO AQUI!)<\/a><\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O QUE ESCONDEM OS OCEANOS? MITOS, MEDOS, CURIOSIDADES E FATOS SOBRE O MAIOR ECOSSISTEMA DO PLANETA Autor: Humberto Freitas de Medeiros Fortunato &nbsp; Imagem com vista<span class=\"excerpt-hellip\"> [\u2026]<\/span><\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":11422,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_mi_skip_tracking":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[1160,980,979,1171],"class_list":["post-11421","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral","tag-artigos-bioicos","tag-bioicos","tag-instituto-de-biologia-marinha-bioicos","tag-o-que-escondem-os-oceanos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11421","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11421"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11421\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":20425,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11421\/revisions\/20425"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/media\/11422"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11421"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11421"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11421"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}