{"id":11418,"date":"2020-04-03T10:09:17","date_gmt":"2020-04-03T13:09:17","guid":{"rendered":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/?p=11418"},"modified":"2020-07-09T22:51:39","modified_gmt":"2020-07-10T01:51:39","slug":"predadores-maximos-do-oceano-como-vivem-as-orcas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/predadores-maximos-do-oceano-como-vivem-as-orcas\/","title":{"rendered":"Predadores m\u00e1ximos do oceano: Como vivem as orcas?"},"content":{"rendered":"<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>PREDADORES M\u00c1XIMOS DO OCEANO: COMO VIVEM AS ORCAS?<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>Autores:<\/strong> Lucas Garcia Martins, Raphaela A. Duarte Silveira e Thais R. Semprebom e Douglas F. Peir\u00f3<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Com seu padr\u00e3o de <strong>cores marcantes<\/strong> e caracter\u00edstica <strong>cosmopolita<\/strong> \u2013 ocorr\u00eancia em todos os oceanos \u2013 <strong>a orca, <em>Orcinus orca<\/em><\/strong>, tamb\u00e9m conhecida como baleia assassina, \u00e9 um dos cet\u00e1ceos mais f\u00e1ceis de se reconhecer por conta de seu padr\u00e3o \u00fanico de cores. Foto de duas orcas saltando do oceano, lado a lado. O corpo delas \u00e9 preto, com o ventre branco e manchas brancas nas laterais da cabe\u00e7a.<\/p>\n<p>Embora por vezes chamada de baleia, na verdade <strong>as orcas s\u00e3o grandes golfinhos<\/strong> pois, al\u00e9m de estarem dentro da <strong>superfam\u00edlia Odontoceti, s\u00e3o os maiores representantes da fam\u00edlia Delphinidae<\/strong>. Elas podem atingir comprimentos m\u00e1ximos de corpo de 9,0 m nos machos e 7,7 m nas f\u00eameas. Os pesos m\u00e1ximos medidos s\u00e3o 6.600 kg para um macho e 4.700 kg para uma f\u00eamea. Atualmente elas <strong>representam uma \u00fanica esp\u00e9cie<\/strong>. Entretanto, muitos estudos gen\u00e9ticos e taxon\u00f4micos <strong>sugerem que existam mais esp\u00e9cies do g\u00eanero <em>Orcinus<\/em><\/strong>. Por ora, elas s\u00e3o consideradas apenas <strong>ec\u00f3tipos diferentes<\/strong> \u2013 animais da mesma esp\u00e9cie com varia\u00e7\u00f5es em caracter\u00edsticas morfol\u00f3gicas e comportamentais de acordo com ambiente em que vivem.<\/p>\n<p>Ilustra\u00e7\u00e3o que mostra os tipos de ec\u00f3tipos encontrados em orcas indicados por setas. A seta A indica orcas pretas dorsalmente com manchas oculares de tamanho m\u00e9dio a seta B mostra uma orca preta dorsalmente mas com tom amarelado ao longo do dorso e ventre, a mancha ocular \u00e9 grande e ao lado outra orca preta dorsalmente e branca ventralmente com grande mancha ocular. A seta C indica orcas de cabe\u00e7a mais arredondadas que as demais com o corpo podendo ser preto dorsalmente e branco ventralmente ou preto e amarelo dorsalmente e amarelado ventralmente. A mancha ocular \u00e9 uma elipse fina no sentido diagonal. A seta D indicaorcas com cabe\u00e7a arredondada e nadadeira dorsal proeminente, a mancha ocular \u00e9 bastante pequena e em elipse no sentido horizontal.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>UM OCEANO \u00c9 POUCO PARA ELAS! <\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>Al\u00e9m disso, sabia que as orcas s\u00e3o <strong>os animais de maior distribui\u00e7\u00e3o na Terra depois dos seres humanos e do gado<\/strong>? Sim, elas podem ser encontradas nos oceanos Pac\u00edfico, Atl\u00e2ntico, \u00cdndico, Ant\u00e1rtico e \u00c1rtico. Apesar de sua presen\u00e7a em todos os oceanos, os estudos indicam que as orcas se <strong>concentram principalmente em \u00e1guas temperadas costeiras<\/strong> por conta da <strong>alta produtividade nesses locais<\/strong>, ou seja, muito alimento para que possam manter a sua <strong>grande reserva de gordura<\/strong>. As maiores densidades desses animais ocorrem nas \u00e1guas ao longo da costa noroeste da Am\u00e9rica do Norte e das Ilhas Aleutas, ao longo da costa do norte da Noruega e nas latitudes mais altas do Oceano Ant\u00e1rtico. Os estudos atuais estimam que <strong>existam cerca de 50 mil orcas nos oceanos<\/strong>. Contudo, sabe-se que <strong>esse n\u00famero \u00e9 bem maior<\/strong>, mas ainda n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel cobrir grandes \u00e1reas oce\u00e2nicas e por este animal estar t\u00e3o distribu\u00eddo \u00e9<strong> muito dif\u00edcil expressar estatisticamente quantos indiv\u00edduos existem dispersos<\/strong>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>ORCAS FANT\u00c1STICAS E COMO VIVEM<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6><strong>As orcas s\u00e3o os maiores predadores dos oceanos<\/strong>. Elas est\u00e3o acima, at\u00e9 mesmo, dos temerosos tubar\u00f5es brancos, que por vezes s\u00e3o presas das orcas. Os pesquisadores de mam\u00edferos marinhos e elasmobr\u00e2nquios atestam que os tubar\u00f5es brancos costumam evitar as \u00e1reas de ocorr\u00eancia de orcas. Por que ser\u00e1? As orcas s\u00e3o uma obra prima da natureza em se tratando de engenharia biol\u00f3gica. <strong>Elas s\u00e3o muito grandes e muitos velozes<\/strong>; al\u00e9m disso, o que as coloca no <strong>topo da cadeia alimentar<\/strong> \u00e9 a sua <strong>intelig\u00eancia e comunica\u00e7\u00e3o<\/strong>. Orcas s\u00e3o <strong>animais sociais<\/strong> e que vivem em fam\u00edlia, o que torna cada grupo de orcas extremamente perigoso para suas presas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>FALANDO EM PRESAS, O QUE ELAS COMEM?<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>As orcas <strong>s\u00e3o animais generalistas<\/strong>, ou seja, se alimentam desde invertebrados, como lulas e polvos, at\u00e9 grandes vertebrados, como tartarugas e baleias. J\u00e1 foram identificados 140 animais como poss\u00edveis presas das orcas e n\u00e3o para por a\u00ed. Eles s\u00e3o os \u00fanicos cet\u00e1ceos que <strong>predam rotineiramente outros grandes mam\u00edferos marinhos<\/strong>, sendo 50 esp\u00e9cies listadas como poss\u00edveis presas, como le\u00f5es marinhos ou focas e at\u00e9 grandes baleias e outros golfinhos. \u00c9 claro, <strong>elas comem peixes tamb\u00e9m<\/strong>, principalmente salm\u00e3o, arenque, bacalhau, atum, raias e tubar\u00f5es.<\/p>\n<p>Foto de uma orca em meio a calotas de gelo e projetando-se para fora da \u00e1gua sobre uma foca que estava em uma das calotas. Embora a orca seja um predador generalista em escala global, <strong>popula\u00e7\u00f5es locais podem exibir not\u00e1veis especializa\u00e7\u00f5es de ca\u00e7a<\/strong>. S\u00e3o conhecidos <strong>dois ec\u00f3tipos<\/strong> comuns encontrados nas \u00e1guas costeiras do nordeste do Pac\u00edfico <strong>que preferem se alimentar de peixes<\/strong>. Estudos e an\u00e1lises observacionais do est\u00f4mago e conte\u00fado das carca\u00e7as fundidas na praia mostraram que <strong>o salm\u00e3o \u00e9 o presa principal das orcas residentes<\/strong> e que eles <strong>buscam seletivamente<\/strong> as esp\u00e9cies maiores ou mais gordas dispon\u00edveis. <strong>Na Noruega<\/strong>, um estudo indicou que as orcas se especializaram na <strong>ca\u00e7a de arenque<\/strong>: o grupo cerca o cardume e <strong>desferem golpes com as caudas<\/strong> para atordoar os peixes, Cada ataque consegue <strong>abater de 6 a 12 arenques<\/strong>.<\/p>\n<p>\u00c9 importante destacar que, apesar de orcas ocuparem o topo da &#8216;realeza&#8217; dos oceanos, como todos os animais elas tamb\u00e9m possuem amea\u00e7as, como a diminui\u00e7\u00e3o dos le\u00f5es marinhos e focas causados pela diminui\u00e7\u00e3o dos peixes pela sobrepesca ou mesmo as formas de contamina\u00e7\u00e3o por metais t\u00f3xicos ou micropl\u00e1sticos, mas ainda pouco se sabe sobre os impactos neste animal e a IUCN (Uni\u00e3o Internacional para Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza) n\u00e3o possui dados suficientes para verificar seu status de conserva\u00e7\u00e3o. Ainda <strong>h\u00e1 muito o que conhecer sobre esse animal<\/strong> em rela\u00e7\u00e3o a reprodu\u00e7\u00e3o, din\u00e2mica populacional, ecologia, gen\u00e9tica, intera\u00e7\u00f5es, comunica\u00e7\u00f5es e aspectos da biologia geral das orcas. Seria <strong>voc\u00ea um dos pr\u00f3ximos pesquisadores<\/strong> a descobrir mais sobre esses animais fascinantes?<\/p>\n\n\t\t\t<style type='text\/css'>\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 {\n\t\t\t\t\tmargin: auto;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 .gallery-item {\n\t\t\t\t\tfloat: left;\n\t\t\t\t\tmargin-top: 10px;\n\t\t\t\t\ttext-align: center;\n\t\t\t\t\twidth: 33.33%;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 img {\n\t\t\t\t\tborder: 2px solid #cfcfcf;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t#sc_gallery-1 .gallery-caption {\n\t\t\t\t\tmargin-left: 0;\n\t\t\t\t}\n\t\t\t\t\/* see sc_gallery() in functions\/theme-shortcodes.php *\/\n\t\t\t<\/style>\n\t\t<div id='sc_gallery-1' class='gallery galleryid-11418 gallery-columns-3 gallery-size-large file'><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"723\" height=\"525\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84.png\" class=\"attachment-large size-large\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84.png 723w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84-300x218.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84-201x146.png 201w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84-50x36.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/1-84-103x75.png 103w\" sizes=\"auto, (max-width: 723px) 100vw, 723px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tOrcas saltando da \u00e1gua, onde podemos observar o padr\u00e3o inconfund\u00edvel de cores desses animais. Fonte: Robin Agarwal\/Flickr (CC BY-NC 2.0)\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"724\" height=\"525\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69.png\" class=\"attachment-large size-large\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69.png 724w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69-300x218.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69-201x146.png 201w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69-50x36.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/2-69-103x75.png 103w\" sizes=\"auto, (max-width: 724px) 100vw, 724px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tEc\u00f3tipos de orcas encontrados ao redor do mundo baseados no padr\u00e3o de cores e formato das manchas oculares e formato da cabe\u00e7a. Fonte: Modificado de Albino.orca\/Wikipedia (CC BY-SA 3.0).\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><dl class='gallery-item'>\n\t\t\t\t<dt class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t\t<a href='https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67.png'><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"725\" height=\"524\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67.png\" class=\"attachment-large size-large\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67.png 725w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67-300x217.png 300w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67-202x146.png 202w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67-50x36.png 50w, https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/3-67-104x75.png 104w\" sizes=\"auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px\" \/><\/a>\n\t\t\t\t<\/dt>\n\t\t\t\t\t<dd class='wp-caption-text gallery-caption'>\n\t\t\t\t\tOrca atacando uma foca de Weddel no mar de Weddel, Ant\u00e1rtica. Fonte: Robert Pitman\/Wikipedia (CC0).\n\t\t\t\t\t<\/dd><\/dl><br style=\"clear: both\" \/>\n\t\t\t<\/div>\n\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h4><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n<h6>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">BARRETT-LENNARD, L. G., FORD, J. K. B., HEISE , K. A.. The mixed blessing of echolocation: Differences in sonar use by fish-eating and mammal-eating killer whales. <strong>Anim. Behav.<\/strong> 51, 553\u2013565, 1996.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">BOWEN, W. D. Role of marine mammals in aquatic ecosystems. <strong>Marine Ecology Progress Series<\/strong>, v. 158, p. 267-274, 1997.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">DOMENICI, P. Baleias assassinas (Orcinus orca) alimentando-se de arenque escolar (Clupea harengus) usando tapas de cauda subaqu\u00e1ticas: an\u00e1lises cinem\u00e1ticas de observa\u00e7\u00f5es em campo. <strong>Journal of Experimental Biology<\/strong>, v. 203, n. 2, p. 283-294, 2000.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">FORD, JOHN KB. Killer whale: Orcinus orca. In: <strong>Encyclopedia of marine mammals<\/strong>. Academic Press, p. 650-657. 2009.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">FORNEY, KARIN A.; WADE, PAUL R.; ESTES, J. A. Worldwide distribution and abundance of killer whales. <strong>Whales, whaling and ocean ecosystems<\/strong>, v. 145, p. 162, 2006.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">GUINET, C., DOMENICI, P., de STEPHANIS, R., BARRETT-LENNARD, L. G., FORD, J. K. B., AND VERBORGH, P. Killer whale predation on bluefin tuna: Exploring the hypothesis of the endurance-exhaustion technique. <strong>Marine Ecology<\/strong>. Prog. Ser. 347, 111\u2013119, 2007.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">JEFFERSON, THOMAS A.; LEATHERWOOD, STEPHEN; WEBBER, MARC A. <strong>Marine mammals of the world<\/strong>. Food &amp; Agriculture Org., 1993.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">MORIN, PHILLIP A. Complete mitochondrial genome phylogeographic analysis of killer whales (Orcinus orca) indicates multiple species. <strong>Genome research<\/strong>, v. 20, n. 7, p. 908-916, 2010.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">PERRIN, WILLIAM F.; W\u00dcRSIG, BERND; THEWISSEN, J. G. M. (Ed.). <strong>Encyclopedia of marine mammals<\/strong>. Academic Press, 2009.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">PITMAN , R. L., AND ENSOR , P. Three forms of killer whales (Orcinus orca) in Antarctic waters . J. <strong>Cetacean Res. Manage<\/strong>. 5, 131\u2013139, 2003.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">YAMADA, T. K. Biological indices obtained from a pod of killer whales entrapped by sea ice off northern Japan. <strong>Comit\u00e9 scientifique, Commission baleini\u00e8re internationale, Anchorage. Incertitude Gravit\u00e9 Potentiel d\u2019att\u00e9nuation<\/strong>, p. 15, 2007.<\/p>\n<p class=\"XzvDs _208Ie tFDi5 blog-post-text-font blog-post-text-color _2QAo- _25MYV _6RI6N tFDi5\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h6>\n<div style=\"text-align: center;\"><strong>FONTE <\/strong>SITE OFICIAL BI\u00d3ICOS. Dispon\u00edvel em &lt;https:\/\/www.bioicos.com.br\/&gt; Acesso dia 30 de mar\u00e7o de 2020.<br \/>\n<strong>Informa\u00e7\u00f5es, Not\u00edcias e Fotos por:<\/strong> Instituto de Biologia Marinha Bi\u00f3icos<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/artigos\/\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/wp-content\/uploads\/2020\/04\/BOT\u00c3O-DE-VOLTAR-300x99.png\" alt=\"\" width=\"100\" height=\"25\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-14788\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n<h6><strong>Gostaria de juntar-se a Beautiful Brazil e ajudar a divulgar as belezas de nosso pais?<br \/>\nEntre em contato <a href=\"https:\/\/beautifulbrazil.com.br\/portfolio\/contato\/\">(CLICANDO AQUI!)<\/a><\/strong><\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>PREDADORES M\u00c1XIMOS DO OCEANO: COMO VIVEM AS ORCAS? Autores: Lucas Garcia Martins, Raphaela A. Duarte Silveira e Thais R. Semprebom e Douglas F. 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