Compositor e regente, dedicou grande parte de sua obra às bandas de música. Professor do Instituto Nacional de Música, foi um dos mais ativos regentes de seu tempo. Inaugurou o Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1909 regendo seu poema sinfônico Insônia. É autor de diversos hinos patrióticos, dos quais o mais popular é o Hino à Bandeira (1906), com letra de Olavo Bilac.
Nascimento: Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 15/04/1868 Falecimento: Brasil, Rio de Janeiro, RJ, 14/03/1945 VIAF: 79581741
1876
Inicia sua formação musical no Asilo dos Meninos Desvalidos, onde, mais tarde, assume a direção da banda de música.
1890
É premiado no concurso para escolha do novo hino nacional com uma bolsa de estudos, sendo aluno de Massenet no Conservatório de Paris.
1898
Compõe a obra Episódio Sinfônico, dedicado ao Dr. José Rodrigues de Azevedo Pinheiro, seu mestre e amigo. E, ainda, a ópera Jupira, de influências Wagnerianas, encenada dois anos depois no Teatro Lírico, no Rio de Janeiro, com grande sucesso.
1899
Compõe os poemas sinfônicos Paysage, Cauchemar e Marabá.
1901
Torna-se professor de contraponto, fuga e composição do Instituto Nacional de Música.
1905
Escreve a obra Variações sobre um tema brasileiro.
1906
Compõe o Hino à Bandeira, com letra de Olavo Bilac, por encomenda do prefeito Pereira Passos para as cerimônias de hasteamento da bandeira nacional nas escolas públicas do Rio de Janeiro.
1908
Dirige o concerto de inauguração do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, no qual apresenta seu poema sinfônico Insônia.
1930
Escreve Trio para piano, violino e violoncelo.
1945
Após seu falecimento, é homenageado pela Academia Brasileira de Música como patrono da cadeira n. 32.
FONTE SITE OFICIAL MUSICA BRASILIS. Disponível em <https://musicabrasilis.org.br/; Acesso em 25 de julho de 2020. Informações e Fotos por: Música Brasilis
Gostaria de juntar-se a Beautiful Brazil e ajudar a divulgar as belezas de nosso pais?
Entre em contato (CLICANDO AQUI!)