Compositor e diplomata brasileiro. Um dos pioneiros na utilização de temas folclóricos na criação clássica musical no Brasil. Tornou-se amigo de alguns dos maiores pianistas de seu tempo, como Anton Rubinstein. É patrono da cadeira n. 19 da Academia Brasileira de Música. Entre suas obras destacou-se A Sertaneja (1869), a primeira peça nacionalista brasileira.
Ao ingressar na faculdade de Direito de São Paulo, à época, já era pianista destacado.
1869
Considerada um dos primeiros exemplos de utilização da temática tipicamente brasileira em música de concerto, é publicada A Sertaneja, na qual emprega uma canção tradicional brasileira: Balaio, meu bem, balaio.
1870
Recebe convite da princesa Isabel para ingressar na carreira diplomática, ocupando vários postos na Europa. Suas atividades diplomáticas não o impediram de dedicar-se à música. Chegou a reunir, em sua residência na Itália, três dos maiores pianistas da época: Anton Rubinsten (1829 – 1894), Giovanni Sgambati (1841 – 1914) e Franz Liszt (1811 – 1886), tendo executado a peça A Sertaneja na ocasião.
1913
Falece em Berlim, Alemanha, e é escolhido como patrono da cadeira n. 19 da Academia Brasileira de Música.
FONTE SITE OFICIAL MUSICA BRASILIS. Disponível em <https://musicabrasilis.org.br/; Acesso em 25 de julho de 2020. Informações e Fotos por: Música Brasilis
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