1846 – Brasílio Itiberê da Cunha

1845 – Francisco Raposo Pereira Lima
28 de julho de 2020
1847 – Chiquinha Gonzaga
28 de julho de 2020
Mostrar tudo

1846 – Brasílio Itiberê da Cunha

(Foto por: Musica Brasilis)

1846 / BRASÍLIO ITIBERÊ DA CUNHA

Compositor e diplomata brasileiro. Um dos pioneiros na utilização de temas folclóricos na criação clássica musical no Brasil. Tornou-se amigo de alguns dos maiores pianistas de seu tempo, como Anton Rubinstein. É patrono da cadeira n. 19 da Academia Brasileira de Música. Entre suas obras destacou-se A Sertaneja (1869), a primeira peça nacionalista brasileira.

Nascimento: Brasil, Paranaguá, PR, 01/08/1846
Falecimento: Alemanha, Berlim, 10/08/1913
VIAF: 3536418

1866

Ao ingressar na faculdade de Direito de São Paulo, à época, já era pianista destacado.

 

1869

Considerada um dos primeiros exemplos de utilização da temática tipicamente brasileira em música de concerto, é publicada A Sertaneja, na qual emprega uma canção tradicional brasileira: Balaio, meu bem, balaio.

 

1870

Recebe convite da princesa Isabel para ingressar na carreira diplomática, ocupando vários postos na Europa. Suas atividades diplomáticas não o impediram de dedicar-se à música. Chegou a reunir, em sua residência na Itália, três dos maiores pianistas da época: Anton Rubinsten (1829 – 1894), Giovanni Sgambati (1841 – 1914) e Franz Liszt (1811 – 1886), tendo executado a peça A Sertaneja na ocasião.

 

1913

Falece em Berlim, Alemanha, e é escolhido como patrono da cadeira n. 19 da Academia Brasileira de Música.

 

 

FONTE SITE OFICIAL MUSICA BRASILIS. Disponível em <https://musicabrasilis.org.br/; Acesso em 25 de julho de 2020.
Informações e Fotos por: Música Brasilis

 

 

 

 

Gostaria de juntar-se a Beautiful Brazil e ajudar a divulgar as belezas de nosso pais?
Entre em contato (CLICANDO AQUI!)

 

Os comentários estão encerrados.